quinta-feira, 22 de maio de 2014

Teste de concepções Inclusivas




Questões
Concordo plenamente
Concordo parcialmente
Não concordo nem discordo
Discordo parcialmente
Discordo plenamente
Não sei responder
Uma escola inclusiva é aquela que atende alunos com deficiência






Na minha formação aprendi algum conhecimento sobre a escolarização de aluno com deficiência






Todos os professores estão preparados para ensinar todos os alunos.






O Projeto político Pedagógico de sua escola contempla uma cultura inclusiva – aparece algum item sobre o aluno com deficiência






Minha prática pedagógica prevê adaptações curriculares para alunos com deficiência






Utilizo de diferentes metodologias para atender todos os alunos






Todos os alunos independentes da deficiência devem estudar na classe comum.






A relação escola-família em minha escola ocorre conforme a legislação






Conheço a Legislação da Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva






O ensino colaborativo é desenvolvido na minha escola






A parceria entre educação especial e comum acontece na minha escola






O maior desafio da educação inclusiva é a falta de formação inicial sobre o tema






A ausência de participação da família é um entrave para a educação inclusiva






As mudanças para a educação inclusiva são de ordem administrativa, política e pedagógica.






As atividades para os alunos com deficiência devem ser diferentes do conteúdo da classe comum






Para ensinar alunos com deficiência sempre é necessário outra metodologia






Sei perceber indicativos de altas habilidades/superdotaçao






Sinto-me seguro para trabalhar com aluno com deficiência







Aprendizagem e desenvolvimento humano



A partir do estudo do tema “As contribuições de Jean Piaget e Emília Ferreiro à educação”, observamos  um aluno com deficiência mental/intelectual ou com dificuldade de leitura e escrita acentuada e realizamos uma avaliação da fase que ele se encontra, com base na teoria  identificamos e  traçamos três estratégias para melhorar o desempenho do aluno.

I – DADOS PESSOAIS                                                    

Nome: R. de Lima Bueno   DN: 29/01/03
Escola: EMEB M. xxxxxxxx              Série/Período: 3º/Tarde
Mãe: R. de Lima  Pai:  R. Bueno

II – MOTIVO DO ACOMPANHAMENTO
             Baixo desempenho

III - OBSERVAÇÕES GERAIS: R. é um menino agitado, com dificuldade de leitura e escrita acentuada, apresentou escrita silábico-com-valor em transição, leitura com apoio de figuras de com tempo curto nas atividades, interagiu  com a profissional, na sala cumpriu as  regras. Não soube responder dados de sua identidade. Para a avaliação, foi utilizado linguagem de fácil compreensão, bem organizadas e sistematizadas, com proposta de realização passo a passo,  tarefas curtas, coloridas e com poucos detalhes, com a metodologia de  associação e  apresentação de modelos. Deste modo foram identificadas, defasagens conceituais considerando o ano que frequenta, falta de atenção, e dificuldade de criar estilo de aprendizagem próprio.

Conclusão: R. Necessita de estratégias pedagógicas para facilitar sua  aprendizagem. Necessário identificar suas as habilidades para proporcionar  condições e possibilidades de ensino-aprendizagem  e assim sanar suas  dificuldades.

Sugestões:
  • Instrução de atividade passo a passo.
  • Elaboração de Rotina bem estabelecida.
  • Adaptações nos objetivos das atividades. Ex: Reflexão da escrita em Ciências
  • Delimitação do conteúdo. Ex: Foco nas intervenções (ortografia/leitura)
  • Atividades curtas.
  • Uso de letra maiúscula nas avaliações, letra impressa não é um facilitador.
  • Uso de leituras com apoio em figuras. Ex. Fichas de leituras
  • Agrupamentos com alunos que aproximam de sua hipótese de escrita.




O que a comunidade pensa e quer sobre Educação Inclusiva?




Entrevistamos e perguntamos as dúvidas que a comunidade possui a respeito do processo de Inclusão Escolar, seja relacionada ao papel do professor e ou aos direitos do aluno. A seguir nosso comentário e resultado apresentado.


A entrevista realizada foi com professores e pessoas da comunidade (funcionários, pais e colegas) de SP e as dúvidas que as pessoas possuem em relação ao processo de inclusão escolar esta relacionada tanto ao papel do professor como aos direitos do aluno. Acreditam que os alunos serão mais bem atendidos se estiverem numa sala especial, pois não se tem recursos suficiente nas escolas comuns, a estrutura não é compatível com as necessidades dos alunos ou a escola regular deveria ter uma pessoa exclusivamente para auxiliá-lo diretamente. E em relação ao professor sua duvida estar no lidar com este aluno, alguns dizem que o professor não tem conhecimento suficiente para dar o atendimento adequado. Os professores oscilam no seu pensamento dizendo que, que o processo de Inclusão facilita para a socialização destas pessoas
  • Com a entrevista pode-se perceber que trata de uma comunidade resistente ao processo de Inclusão Escolar neste momento.

O Plano de Ação para atenuar este problemas está pautado em trabalho progressivo de mudança de olhar, mostrando que a criança com deficiência aprende, que precisam de facilitadores e adaptações para suas necessidades e que o aprendizado acontece e não há necessidade de trabalhoa exaustivo, quando eliminamos as barreira atitudinais, que esta mudança de olhar permitirão um bom trabalho. Conhecer como o aluno aprende e que algumas características que apresentam serão modificadas paulatinamente tornando possível o processo de inclusão.

VIOLÊNCIA E OS DIREITOS HUMANOS


O homem vive em sociedade e é um ser de múltiplas relações e em função da condição humana que é: enfrentar conflitos com os seus semelhantes, consigo mesmo e com a sua cultura.
Estes conflitos fazem parte condição humana. A sociedade é desigual, gera preconceito, valores diferentes entre outros aspectos, esses conflitos não negociados e exerce um mecanismo desencadeador que gera violência, assim é inescapável viver sem violência. 
Esta reflexão compõe-se de um quadro teórico que analisou os tipos violências, os grupos vulneráveis, os motivos que as geram e quais os fatores que contribuem para a violência. A família, a sociedade e a escola tem a função de transmitir o saber e formar homens, juntando obrigações para favorecer a aquisição de conhecimentos e tornar os futuros cidadãos aptos a defender seus interesses. Mas como assegurar esta função de ensinar e formar? Acredito que com ações cooperativas de reflexões sobre os problemas de natureza legislativa e executiva ligados a condição humana.
O tema violência pode nos levar mais longe ainda: Discutir a própria natureza humana. O homem de sua condição natural é selvagem. Não se trata apenas de “bons modos” trata-se, portanto de educar o homem para ser homem, redimi-lo de sua condição animal. (para ensiná-los a controlar seus impulsos e afetos) seja o marido sobre sua esposa, o pai sobre seu filho, o rico sobre o pobre, o pobre sobre o rico, o forte sobre o fraco, etc.
O assunto é realmente complexo e não está despercebido à sociedade brasileira. Sabe-se de informações, relatos, extraídos de jornais programas de TV e de estudos revelando a magnitude do problema. Não é problema na periferia, nos grandes centros urbanos entre ricos e pobres a violência esta de forma incontestável.
“Todo homem tem direito à vida, à liberdade e a segurança pessoal”.O direito à vida esta inserida nos chamados direitos civis, que dizem em respeito a liberdades Fundamentais e correspondem aos artigos I a XIX da Declaração Universal, Podemos dizer então que a violência é todo ato que implica na ruptura do Direito Universal e no equilíbrio social pelo uso da força. Negando a possibilidade da relação social pela comunicação, pelo uso da palavra, pelo diálogo e sim pelo conflito.
Atos violentos são definidos pelos atores em condições históricas e culturais diversas. Que envolvem a destruição e a força, sempre veiculadas ao racismo ou a intolerância e, até, os mecanismos relativos à violência simbólica presente nas relações humanas, (BOURDIEU). O que nos apavora é que a situação esta patológica e avança a taxa dita ‘normal’. Como nos revela Durkheim.
 

Bullying Escolar



RELATO DE CASO Bullying Escolar


I – DADOS PESSOAIS                                                    

Nome:xxxxxxxxx                 DN: 19/05/94
Escola: EMEB  xxxxxxxxx

A aluna Apresenta a Deficiência Múltipla (Paralisia Cerebral, Alteração da Marcha, Deficiência Visual)   ingressou na  escola  chegou com condutas típicas repetitivas, com ecolalia, alimentava-se sozinha, mas limitada, calma, interagia,  porém não brincava com os colegas,   aluna não encontrou dificuldades em se adaptar, permanecia  sozinha, sem brincar com a crianças. Foi observado que a equipe escolar contribui com o comportamento dos alunos dizendo que a escola não estava preparada para atender as necessidades da aluna.
O ocorrido na escola e na família não se trata de falta de informação e sim  aspectos emocionais de correntes da situação. 
 A aluna vem sofrendo bullying  devido sua situação  vários fatores veem contribuindo para o seu baixo desempenho e atualmente apresenta quadro depressivo parece que as oportunidades educacionais e   o ambiente familiar   desencadeiam fatores psicossociais de cunho depressivo e desestimulador.  A mãe  tem escolhido  deixar de frequentar as aulas devido o que a filha vem sofrendo, parece que a mãe não aceita a limitação da filha. Como proposta  de solução realizamos um plano de ação:

Plano de Ação
1)      Ação com a equipe de professores e grupo de alunos:
·        Sensibilização
·        Criação de Vínculo professores x aluno – aluno x professores -  grupo x aluno – aluno x grupo
2 ) Contenção de comportamento dos alunos.
3) Sugestão de atividades
·        Sensibilização
·        Palestra sobre as necessidades do aluno – o que é Deficiencia Múltipla, a causa, consequências,, como se comporta, como podemos ajudar. Uma pessoa cega. Etc
·        Filme: Meu nome é Rádio, para discussão:
Rádio é uma pessoa que apresenta dificuldade de aprendizagem. Essas situações no cotidiano escolar é responsabilidade de todos os profissionais de educação. Da para fazer articulação dos alunos para descobrir as lições de solidariedade e amizade,  e mudar um pouco as perspectivas de nossas crianças, adolescentes e jovens. Incentivo ao alunos a ajudarem os alunos que tem maior dificuldade de socialização a se integrarem ao trabalho e as atividades da escola. Há certos alunos que tem poucos amigos, que mal falam em aula, que se escondem pelos cantos dos corredores ou ainda que nem frequentam os intervalos por timidez, por medo ou mesmo pela simples falta de uma palavra amiga que o leve a essa socialização. Esse também é um dos papéis primordiais da educação. Ensinar os alunos a entender as diferenças e estimular os intercâmbios e a cordialidade. Lições reais de solidariedade que podem fazer muita diferença no cotidiano...

·        Levantamento de tipo de ajuda com a equipe e grupo de alunos? Como posso ajudar o deficiente?
·        Dinâmica: Eu não sou assim!


2)     Contenção de comportamento (Família e Escola)

·        Regras e limites – Pode, não pode, por que?
·        Sinalizar para o aluno os comportamentos adequados para reforçar, inadequados para eliminar.

Importante: a sala de aula não tem como único objetivo o desenvolvimento cognitivo para, a aquisição dos  conhecimentos, lá é o espaço privilegiado de interação, deve ser o objetivo maior (Interação, cooperação, respeito)  que se resume em mediação , mediação o que precisamos para o desenvolvimento cognitivo.

PLANO DE AULA -TECNOLOGIA ASSISTIVA






Aluno: W. M.
Professora xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Motivo do encaminhamento: Deficiência Múltipla
Características: Deficiência Intelectual, cadeirante, é curioso, esperto, interage, participa com alegria.

Objetivos específicos
Desenvolver a comunicação escrita com a Tecnologia Assistiva

Justificativa

O aluno apresenta membros inferiores e superiores com limitações, a especificidade do aluno necessita de implementação de ações junto a escola comum para o desenvolvimento de ação pedagógica que contemple todos os apoios necessários a inclusão do aluno na escola.

Metodologia
O aluno passou por avaliação interventiva pelo período de 6 meses na sala de recursos AEE  e observou necessidade do atendimento educacional especializado, para a efetivação da matricula no AEE  se faz necessário a matricula na rede regular.
A integração do aluno contará com uma professora itinerante que dará suporte a  professora e equipe escolar para as adaptações necessárias para o recebimento do aluno. O aluno iniciará passará por processo de adaptação e assim se ambientará com a rotina escolar.

Recursos
Sugerem carteira adaptada, computador, e miniaturas, prato, copo e colher adaptado. Sistema de Calendário, cadeira de rodas com mesa de apoio, puffs, plano inclinado, calça da vovó.

Infra-estrutura de informática
 Computador com lente de aumento, mouse com acionador, teclado virtual, sintetizador de voz, plano inclinado.

Ferramentas computacionais
Serão utilizados com o aluno os recursos da Tecnologia Assistiva, Computador com lente de aumento, mouse com acionador, teclado virtual, sintetizador de voz, plano inclinado. Software Dasher
SOFTWARE  DASHER


Exemplo: O Software   Dasher  permite que o aluno  escreva sem utilizar o teclado. O mouse será usado com acionador  operados como o membro superior funcional, pois o aluno é  impossibilitado de utilizar o teclado.

quarta-feira, 19 de março de 2014

Caderno de Debates 1 - "Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva"


  Esse caderno tem como objetivo  contribuir no apoio pedagógico aos docentes em assuntos referentes à Educação Inclusiva e construir reflexões que ressignifiquem o manejo com as diferenças.

   Foram abordados diversos temas como: Políticas Públicas de Educação Especial, Afetividade na Educação Inclusiva, práticas da SAAI, Tecnologia Assistiva e outros.


Boa leitura!!!

Equipe CEFAI

Analogia- A Bela e a Fera - Sentimentos são

A apresentação que o ocorreu no Seminário Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva no último dia 14/03/2014, no CEU Jambeiro/SP. A emoção tomou conta dos presentes durante a apresentação "A Bela e a Fera - Sentimentos são...", dos alunos do SAAI, da EMEF CEU Lajeado. O ato mostrou a convivência das pessoas com deficientes, relacionando com o Conto. A Fera teve a oportunidade de alguém amá-lo convivendo com ele e vendo o seu interior.
As pessoas sente os mesmo medo que a Bela teve ao encontrarem um deficiente, até que o convívio permite perceber que estas pessoas tem potencial, aprendem e são inteligentes.
Porém sabemos que a vida destes alunos não é um conto de fadas, que os feitiços se desfazem. É preciso mudar o olhar... como na canção Sentimentos são... Viver as diferenças para termos oportunidade de sermos diferentes mas iguais.

Por: Cláudia Mistreli

Fonte: https://pt-br.facebook.com/EscolaSP
http://cefaidreguaianases.blogspot.com.br/ 

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

UMA REFLEXÃO DOS NOSSOS 365 DIAS, ANTES DO ANO NOVO

Então É Natal
Então é Natal, e o que você fez?
O ano termina, e nasce outra vez
Então é Natal, a festa Cristã
Do velho e do novo, do amor como um todo
Então bom Natal, e um ano novo também
Que seja feliz quem souber o que é o bem
 Então é Natal, pro enfermo e pro são
Pro rico e pro pobre, num só coração
Então bom Natal, pro branco e pro negro
Amarelo e vermelho, pra paz afinal
Então bom Natal, e um ano novo também
Que seja feliz quem, souber o que é o bem

 Então é Natal, o que a gente fez?
O ano termina, e começa outra vez
Então é Natal, a festa Cristã
Do velho e do novo, o amor como um todo
Então bom Natal, e um ano novo também
Que seja feliz quem, souber o que é o bem


Harehama, há quem ama
Harehama, ha
Então é Natal, e o que você fez?
O ano termina, e nasce outra vez
Hiroshima, Nagasaki, Mururoa, ha...

 É Natal, é Natal, é Natal

FELIZ NATAL!!

O ano termina, e nasce outra vez...

BOM NATAL!

 

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Como realizar transferência (mudança postural) da cama para cadeira de rodas?

O dia-a-dia de cuidadores de adultos e idosos comprometidos é repleto de desafios. Muitos desses desafios estão em tarefas “simples”, como transferir o cliente da cama para cadeira de rodas. Sendo assim, o Reab resolveu pesquisar e ajudar profissionais, incluindo os cuidadores, a ter em mãos dicas que ajudarão na realização de atividades cotidianas.
O vídeo que trazemos hoje trata da transferência da cama para a cadeira de rodas, ou seja, estamos falando de casos onde os clientes não tem condições de fazerem a passagem da cama para a cadeira sozinhos. Nosso exemplo trata de cadeira de rodas, mas poderia ser qualquer cadeira, certo?
Para a transferência:
1. O primeiro passo é organizar o entorno, ou seja, o cliente e a cadeira.
O cliente deve estar sentado e a cadeira de rodas a 45 graus da cama. O profissional que irá realizar transferências deve estar na frente do cliente e ao lado da cadeira de rodas (de forma que o assento esteja virado para o profissional). Uma dica importante: se o cliente tem um lado do corpo comprometido, vamos deixar o lado são virado para a cadeira (veja o vídeo e entenda melhor). Lembre-se: antes de começar a transferência assegure-se que o freio está ativado, que o braço da cadeira foi levantado e que o apoio dos pés está recolhido (algumas cadeiras não vão possuir mobilidade em algumas partes, mas se houver, siga essas instruções).
O cliente deve estar sentado na beira da cama, com os pés bem apoiados no chão e o tronco inclinado para frente. O profissional deve se posicionar à frente do cliente, pedir que ele coloque as mãos sobre os ombros do profissional (se um braço estiver comprometido, só será apoiado o braço são). As mãos do profissional podem estar sobre os ombros do cliente, sobre as escápulas ou ainda segurando a calça/short do cliente (veja o vídeo e entenda melhor).






2. O segundo passo é orientar o cliente o que será feito e como ele deve participar. O profissional combinará com o cliente que ao contar três (1, 2, 3…) ele será elevado em direção à cadeira de rodas e deve participar o máximo que conseguir.  Em seguida, o profissional faz a contagem, inclinando mais o corpo do cliente à medida que conta e, quando o cliente levantar, continua a dar a orientação ao cliente, pedindo para ele girar o corpo em direção à cadeira.
3. O terceiro passo consiste em sentá-lo e perceber se está bem posicionado no assento, com o tronco sobre o encosto, para que os pés possam ser colocados sobre os apoios e o braço da cadeira abaixado.
E se o cliente é muito dependente e não consegue participar da mobilização?
- Se o cliente pode manter os pés no chão e consegue sustentar o peso do corpo:
Neste caso, são necessárias duas pessoas, uma de cada lado do cliente. Cada profissional colocará uma mão sobre o a escápula e a outra deve segurar na calça/short do cliente. Percebam que a profissional que aparece na imagem abaixo está com o braço esquerdo dela sobre a escápula e a mão direita segurando a calça do cliente.

 

 

Uma vez posicionados, os profissionais vão fazer os mesmos movimentos e darão as mesmas orientações ao cliente.
- Se o cliente NÃO pode manter os pés no chão e  NÃO consegue sustentar o peso do corpo: 
Neste caso, serão necessárias 2 pessoas. Estas se posicionarão cruzando o braço nas costas do cliente para segurar na calça/short do lado contrário e colocarão o outro braço embaixo do joelho do cliente:



Fonte:  http://www.reabilitacaocognitiva.org/2013/05/como-realizar-transferencia-mudanca-postural-da-cama-para-cadeira-de-rodas/

 

Primeiro Smartphone para cegos!!!

O primeiro smartphone do mundo para cegos foi criado. Em breve eles estarão por aí e deixarão pessoas com deficiência visual capazes de ler SMSs e e-mails, pois convertem todo o texto em padrões Braille.
Criamos o primeiro smartphone Braille do mundo“, diz o inventor Sumit Dagar, cuja empresa está incubada no Centro de Incubação de Inovação e Empreendedorismo, localizada no campus IIM Ahmedabad (Índia). “Este produto é baseado em um ‘touch screen’ inovador que é capaz de se elevar transformar o conteúdo em padrões ‘tocáveis’”, diz ele.
Dagar, que é pós-graduado do Instituto Nacional de Design (NID), disse que foi motivado a desenvolver o dispositivo quando ele percebeu que, até agora, a tecnologia apenas serviu a maioria dos usuários, ignorando grupos que ele chamou de “marginalizados”. Ele está colaborando com a IIT Delhi em fazer o protótipo, que está sendo testado no LV Prasad Eye Institute em Hyderabad.
“A resposta durante o teste tem sido muito boa. Ele vem sendo visto até mais como um companheiro do que como um telefone para o usuário. Pretendemos fazer versões mais avançadas do telefone no futuro”, acrescenta Dagar.
Dagar iniciou o projeto há três anos, enquanto estudava design de interação em NID. Depois de trabalhar com um par de empresas, formou uma equipe de seis pessoas e começou seu empreendimento, a Kriyate Design Solutions. Atualmente, o empreendimento está sendo financiado pela Rolex Awards no âmbito do Programa Jovem Nobel, em que eles selecionam cinco pessoas em todo o mundo a cada dois anos e financiam seus projetos.







Como funciona?
· O aparelho utiliza tecnologia de liga com memória de forma, com base no conceito de que os metais podem expandir e contrair a sua forma original após o uso.
· O “tela” do telefone tem uma grade de pinos, que se movem para cima e para baixo, como por obrigação. A grade tem um display de Braille, onde os pinos podem vir a representar um personagem ou carta.
· Esta tela será capaz de se elevar para formar padrões em Braille.
· Todos os outros elementos são como qualquer outro smartphone.




Fonte: The Times Of India
Imagens: mobileexpert e phys.org




Ideia de atividade com jogo de encaixe




A ideia aqui é bastante simples. Como vocês podem ver na imagem abaixo, basta um jogo e etiqueta branca para trabalhar um jogo que una aspectos motores ao cognitivos.






O aluno deve encaixar as peças e ir formando palavras. 
Retiramos a imagem do Pinterest e por isso está em inglês, mas é facilmente adaptada para português, não é?

Fonte: http://www.reabilitacaocognitiva.org/2012/12/ideia-de-atividade-com-jogo-de-encaixe/

Combinando apps com jogos para atividades na Reabilitação


Já sabemos que os jogos têm um potencial imenso como recurso terapêutico, e quanto isso não há mais dúvidas, é fato. Também sabemos que os apps (aplicativos para iPhone, iPad e tablets de forma geral) cada vez mais fazem parte das sessões de Reabilitação mundo à fora, tendo se mostrado um potencial recurso terapêutico para trabalhar com crianças e adultos que necessitam de terapia física, da fala ou ocupacional (ou seja, fisioterapia, fonoaudiologia e terapia ocupacional).
Sendo assim, resolvemos despertar os profissionais e familiares para uma excelente oportunidade de estimulação e tratamento: a combinação de aplicativos com jogos para graduar o desafio e torná-lo ideal para certos casos (lembrem-se que isso depende de uma série de fatores – procure um profissional habilitado a tirar suas dúvidas e te ajudar a implementar esses recursos de uma forma eficaz).
Pesquisando sobre essa possibilidade, achamos um vídeo que faz uso dessa proposta do mix, do uso de um aplicativo (iWriteWords) e um jogo de encaixe de letras:
 




Como vocês podem ver no vídeo, a ideia foi usar o aplicativo para coordenação (neste caso, voltado para a escrita) combinado com um jogo de encaixe de letras, onde a pessoa precisava concluir a primeira etapa de deslizar o dedo e formar a letra, em seguida procurar a letra dentre outras do jogo e, por fim encaixar a letra no tabuleiro. Ao analisar essa atividade completa vemos que é necessário uma série de habilidades perceptocognitivas e motoras para concluir cada etapa da atividade com sucesso.

Outra forma de uso desses dois recursos
- Escolha uma letra a ser trabalhada, por exemplo a “R”. Garanta que você terá duas letras de cada letra. Em seguida, peça para a pessoa entregar a você UMA das peças do jogo (madeira ou plástico) que estiverem sobre a mesa. Depois abra o aplicativo na letra, peça que ele contorne a letra no tablet, vire o tablet para que ele não veja mais a letra, e por fim, peça que ele pegue a segunda letra do jogo entre as outras que ainda estão sobre a mesa. 
- Escolhem-se quatro letras que façam parte de uma palavra, por exemplo, “P-A-T-O”. Em seguida, deve-se achar as peças da palavra e, por fim, contornar no aplicativo cada uma das letras.
- Um pouco mais complexo é: escolher uma palavra de quatro letras, buscar as consoantes entre as peças e separá-las e depois contornar as vogais no aplicativo.
E vocês, pensam em outras possibilidades???

Resolvemos mostrar essa combinação de app + jogo porque o tipo do aplicativo é comum, existem vários apps com esse objetivo de coordenar letras e também é bastante comum achar quebra-cabeças de letras, ou pelos menos ter a letras de madeira ou de plástico. Ou seja, vamos usar os materiais que já temos, mas de uma forma criativa.

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