Questões
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Concordo plenamente
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Concordo parcialmente
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Não concordo nem discordo
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Discordo parcialmente
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Discordo plenamente
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Não sei responder
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Uma escola inclusiva é aquela que
atende alunos com deficiência
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Na minha formação aprendi algum
conhecimento sobre a escolarização de aluno com deficiência
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Todos os professores estão
preparados para ensinar todos os alunos.
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O Projeto político Pedagógico de
sua escola contempla uma cultura inclusiva – aparece algum item sobre o aluno
com deficiência
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Minha
prática pedagógica prevê adaptações curriculares para alunos com deficiência
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Utilizo
de diferentes metodologias para atender todos os alunos
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Todos
os alunos independentes da deficiência devem estudar na classe comum.
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A
relação escola-família em minha escola ocorre conforme a legislação
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Conheço
a Legislação da Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva
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O
ensino colaborativo é desenvolvido na minha escola
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A
parceria entre educação especial e comum acontece na minha escola
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O
maior desafio da educação inclusiva é a falta de formação inicial sobre o
tema
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A
ausência de participação da família é um entrave para a educação inclusiva
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As
mudanças para a educação inclusiva são de ordem administrativa, política e
pedagógica.
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As
atividades para os alunos com deficiência devem ser diferentes do conteúdo da
classe comum
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Para
ensinar alunos com deficiência sempre é necessário outra metodologia
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Sei
perceber indicativos de altas habilidades/superdotaçao
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Sinto-me
seguro para trabalhar com aluno com deficiência
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quinta-feira, 22 de maio de 2014
Teste de concepções Inclusivas
Aprendizagem e desenvolvimento humano
A partir do estudo do tema “As contribuições de Jean
Piaget e Emília Ferreiro à educação”, observamos um aluno com deficiência
mental/intelectual ou com dificuldade de leitura e escrita acentuada e realizamos uma
avaliação da fase que ele se encontra, com base na teoria identificamos e traçamos três estratégias para melhorar o desempenho do
aluno.
I –
DADOS PESSOAIS
Nome: R. de Lima Bueno DN:
29/01/03
Escola: EMEB M. xxxxxxxx Série/Período: 3º/Tarde
Mãe: R. de Lima Pai:
R. Bueno
II – MOTIVO DO ACOMPANHAMENTO
Baixo desempenho
III - OBSERVAÇÕES GERAIS: R. é um menino agitado, com dificuldade de leitura e escrita
acentuada, apresentou escrita silábico-com-valor em transição, leitura com
apoio de figuras de com tempo curto nas atividades, interagiu com a profissional, na sala cumpriu as regras. Não soube responder dados de sua
identidade. Para a avaliação, foi utilizado linguagem de fácil compreensão, bem
organizadas e sistematizadas, com proposta de realização passo a passo,
tarefas curtas, coloridas e com poucos detalhes, com a metodologia
de associação e apresentação de modelos. Deste modo foram
identificadas, defasagens
conceituais considerando o ano que frequenta, falta de atenção, e
dificuldade de criar estilo de aprendizagem próprio.
Conclusão: R. Necessita de estratégias pedagógicas para facilitar
sua aprendizagem. Necessário identificar
suas as habilidades para proporcionar
condições e possibilidades de ensino-aprendizagem e assim sanar suas dificuldades.
Sugestões:
- Instrução de atividade passo a passo.
- Elaboração de Rotina bem estabelecida.
- Adaptações nos objetivos das atividades. Ex: Reflexão da escrita em Ciências
- Delimitação do conteúdo. Ex: Foco nas intervenções (ortografia/leitura)
- Atividades curtas.
- Uso de letra maiúscula nas avaliações, letra impressa não é um facilitador.
- Uso de leituras com apoio em figuras. Ex. Fichas de leituras
- Agrupamentos com alunos que aproximam de sua hipótese de escrita.
O que a comunidade pensa e quer sobre Educação Inclusiva?
Entrevistamos e perguntamos as dúvidas que a comunidade possui a respeito do processo de Inclusão Escolar, seja relacionada ao papel do professor e ou aos direitos do aluno. A seguir nosso comentário e resultado apresentado.
A entrevista realizada foi com professores e pessoas da comunidade (funcionários, pais e colegas) de SP e as dúvidas que as pessoas possuem em relação ao processo de inclusão escolar esta relacionada tanto ao papel do professor como aos direitos do aluno. Acreditam que os alunos serão mais bem atendidos se estiverem numa sala especial, pois não se tem recursos suficiente nas escolas comuns, a estrutura não é compatível com as necessidades dos alunos ou a escola regular deveria ter uma pessoa exclusivamente para auxiliá-lo diretamente. E em relação ao professor sua duvida estar no lidar com este aluno, alguns dizem que o professor não tem conhecimento suficiente para dar o atendimento adequado. Os professores oscilam no seu pensamento dizendo que, que o processo de Inclusão facilita para a socialização destas pessoas
- Com a entrevista pode-se perceber que trata de uma comunidade resistente ao processo de Inclusão Escolar neste momento.
O Plano de Ação para atenuar este problemas está pautado em trabalho progressivo de mudança de olhar, mostrando que a criança com deficiência aprende, que precisam de facilitadores e adaptações para suas necessidades e que o aprendizado acontece e não há necessidade de trabalhoa exaustivo, quando eliminamos as barreira atitudinais, que esta mudança de olhar permitirão um bom trabalho. Conhecer como o aluno aprende e que algumas características que apresentam serão modificadas paulatinamente tornando possível o processo de inclusão.
VIOLÊNCIA E OS DIREITOS HUMANOS
O homem vive em sociedade e é um ser de múltiplas relações e em função da condição humana que é: enfrentar conflitos com os seus semelhantes, consigo mesmo e com a sua cultura.
Estes conflitos fazem parte condição humana. A sociedade é desigual, gera preconceito, valores diferentes entre outros aspectos, esses conflitos não negociados e exerce um mecanismo desencadeador que gera violência, assim é inescapável viver sem violência.
Esta reflexão compõe-se de um quadro teórico que analisou os tipos violências, os grupos vulneráveis, os motivos que as geram e quais os fatores que contribuem para a violência. A família, a sociedade e a escola tem a função de transmitir o saber e formar homens, juntando obrigações para favorecer a aquisição de conhecimentos e tornar os futuros cidadãos aptos a defender seus interesses. Mas como assegurar esta função de ensinar e formar? Acredito que com ações cooperativas de reflexões sobre os problemas de natureza legislativa e executiva ligados a condição humana.
O tema violência pode nos levar mais longe ainda: Discutir a própria natureza humana. O homem de sua condição natural é selvagem. Não se trata apenas de “bons modos” trata-se, portanto de educar o homem para ser homem, redimi-lo de sua condição animal. (para ensiná-los a controlar seus impulsos e afetos) seja o marido sobre sua esposa, o pai sobre seu filho, o rico sobre o pobre, o pobre sobre o rico, o forte sobre o fraco, etc.
O assunto é realmente complexo e não está despercebido à sociedade brasileira. Sabe-se de informações, relatos, extraídos de jornais programas de TV e de estudos revelando a magnitude do problema. Não é problema na periferia, nos grandes centros urbanos entre ricos e pobres a violência esta de forma incontestável.
“Todo homem tem direito à vida, à liberdade e a segurança pessoal”.O direito à vida esta inserida nos chamados direitos civis, que dizem em respeito a liberdades Fundamentais e correspondem aos artigos I a XIX da Declaração Universal, Podemos dizer então que a violência é todo ato que implica na ruptura do Direito Universal e no equilíbrio social pelo uso da força. Negando a possibilidade da relação social pela comunicação, pelo uso da palavra, pelo diálogo e sim pelo conflito.
Atos violentos são definidos pelos atores em condições históricas e culturais diversas. Que envolvem a destruição e a força, sempre veiculadas ao racismo ou a intolerância e, até, os mecanismos relativos à violência simbólica presente nas relações humanas, (BOURDIEU). O que nos apavora é que a situação esta patológica e avança a taxa dita ‘normal’. Como nos revela Durkheim.
O tema violência pode nos levar mais longe ainda: Discutir a própria natureza humana. O homem de sua condição natural é selvagem. Não se trata apenas de “bons modos” trata-se, portanto de educar o homem para ser homem, redimi-lo de sua condição animal. (para ensiná-los a controlar seus impulsos e afetos) seja o marido sobre sua esposa, o pai sobre seu filho, o rico sobre o pobre, o pobre sobre o rico, o forte sobre o fraco, etc.
O assunto é realmente complexo e não está despercebido à sociedade brasileira. Sabe-se de informações, relatos, extraídos de jornais programas de TV e de estudos revelando a magnitude do problema. Não é problema na periferia, nos grandes centros urbanos entre ricos e pobres a violência esta de forma incontestável.
“Todo homem tem direito à vida, à liberdade e a segurança pessoal”.O direito à vida esta inserida nos chamados direitos civis, que dizem em respeito a liberdades Fundamentais e correspondem aos artigos I a XIX da Declaração Universal, Podemos dizer então que a violência é todo ato que implica na ruptura do Direito Universal e no equilíbrio social pelo uso da força. Negando a possibilidade da relação social pela comunicação, pelo uso da palavra, pelo diálogo e sim pelo conflito.
Atos violentos são definidos pelos atores em condições históricas e culturais diversas. Que envolvem a destruição e a força, sempre veiculadas ao racismo ou a intolerância e, até, os mecanismos relativos à violência simbólica presente nas relações humanas, (BOURDIEU). O que nos apavora é que a situação esta patológica e avança a taxa dita ‘normal’. Como nos revela Durkheim.
Bullying Escolar
RELATO DE CASO Bullying Escolar
I – DADOS PESSOAIS
Nome:xxxxxxxxx DN: 19/05/94
Escola: EMEB xxxxxxxxx
A aluna Apresenta a
Deficiência Múltipla (Paralisia Cerebral, Alteração da Marcha, Deficiência
Visual) ingressou na
escola chegou com condutas típicas repetitivas, com ecolalia, alimentava-se sozinha, mas limitada, calma,
interagia, porém não brincava com os
colegas, aluna não encontrou
dificuldades em se adaptar, permanecia
sozinha, sem brincar com a crianças. Foi observado que a equipe escolar
contribui com o comportamento dos alunos dizendo que a escola não estava
preparada para atender as necessidades da aluna.
O ocorrido na escola e na família não se
trata de falta de informação e sim
aspectos emocionais de correntes da situação.
A
aluna vem sofrendo bullying devido sua
situação vários fatores veem
contribuindo para o seu baixo desempenho e atualmente apresenta quadro
depressivo parece que as oportunidades educacionais e o ambiente familiar desencadeiam fatores psicossociais de cunho
depressivo e desestimulador. A mãe tem escolhido
deixar de frequentar as aulas devido o que a filha vem sofrendo, parece
que a mãe não aceita a limitação da filha. Como proposta de solução realizamos um plano de ação:
Plano de Ação
1) Ação com a
equipe de professores e grupo de alunos:
·
Sensibilização
·
Criação de
Vínculo professores x aluno – aluno x professores - grupo x aluno – aluno x grupo
2 ) Contenção de comportamento dos alunos.
3) Sugestão de atividades
·
Sensibilização
·
Palestra sobre
as necessidades do aluno – o que é Deficiencia Múltipla, a causa,
consequências,, como se comporta, como podemos ajudar. Uma pessoa cega. Etc
·
Filme: Meu nome
é Rádio, para discussão:
Rádio é uma pessoa que apresenta
dificuldade de aprendizagem. Essas situações no cotidiano escolar é
responsabilidade de todos os profissionais de educação. Da para fazer
articulação dos alunos para descobrir as lições de solidariedade e
amizade, e mudar um pouco as
perspectivas de nossas crianças, adolescentes e jovens. Incentivo ao alunos a
ajudarem os alunos que tem maior dificuldade de socialização a se integrarem ao
trabalho e as atividades da escola. Há certos alunos que tem poucos amigos, que
mal falam em aula, que se escondem pelos cantos dos corredores ou ainda que nem
frequentam os intervalos por timidez, por medo ou mesmo pela simples falta de
uma palavra amiga que o leve a essa socialização. Esse também é um dos papéis
primordiais da educação. Ensinar os alunos a entender as diferenças e estimular
os intercâmbios e a cordialidade. Lições reais de solidariedade que podem fazer
muita diferença no cotidiano...
·
Levantamento de
tipo de ajuda com a equipe e grupo de alunos? Como posso ajudar o deficiente?
·
Dinâmica: Eu não
sou assim!
2) Contenção de comportamento (Família e Escola)
·
Regras e limites
– Pode, não pode, por que?
·
Sinalizar para o
aluno os comportamentos adequados para reforçar, inadequados para eliminar.
Importante: a sala de aula não tem como
único objetivo o desenvolvimento cognitivo para, a aquisição dos conhecimentos, lá é o espaço privilegiado de
interação, deve ser o objetivo maior (Interação, cooperação, respeito) que se resume em mediação , mediação o que
precisamos para o desenvolvimento cognitivo.
PLANO DE AULA -TECNOLOGIA ASSISTIVA
Aluno: W. M.
Professora xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Motivo do encaminhamento: Deficiência Múltipla
Características: Deficiência Intelectual, cadeirante, é
curioso, esperto, interage, participa com alegria.
Objetivos específicos
Desenvolver a
comunicação escrita com a Tecnologia Assistiva
Justificativa
O aluno apresenta membros
inferiores e superiores com limitações, a especificidade do aluno necessita de
implementação de ações junto a escola comum para o desenvolvimento de ação
pedagógica que contemple todos os apoios necessários a inclusão do aluno na
escola.
Metodologia
O aluno passou por avaliação interventiva pelo período de 6 meses na sala de recursos AEE e observou necessidade do atendimento educacional especializado, para a efetivação da matricula no AEE se faz necessário a matricula na rede regular.
O aluno passou por avaliação interventiva pelo período de 6 meses na sala de recursos AEE e observou necessidade do atendimento educacional especializado, para a efetivação da matricula no AEE se faz necessário a matricula na rede regular.
A integração do aluno contará com
uma professora itinerante que dará suporte a
professora e equipe escolar para as adaptações necessárias para o
recebimento do aluno. O aluno iniciará passará por processo de adaptação e assim
se ambientará com a rotina escolar.
Recursos
Sugerem carteira adaptada, computador, e miniaturas, prato, copo e colher adaptado. Sistema de Calendário, cadeira de rodas com mesa de apoio, puffs, plano inclinado, calça da vovó.
Sugerem carteira adaptada, computador, e miniaturas, prato, copo e colher adaptado. Sistema de Calendário, cadeira de rodas com mesa de apoio, puffs, plano inclinado, calça da vovó.
Infra-estrutura de informática
Computador com lente de aumento, mouse com
acionador, teclado virtual, sintetizador de voz, plano inclinado.
Ferramentas computacionais
Serão utilizados com o aluno os
recursos da Tecnologia Assistiva, Computador com lente de aumento, mouse com acionador,
teclado virtual, sintetizador de voz, plano inclinado. Software Dasher
![]() |
| SOFTWARE DASHER |
Exemplo: O
Software Dasher permite que o aluno escreva sem utilizar o teclado. O mouse será
usado com acionador operados como o
membro superior funcional, pois o aluno é impossibilitado de utilizar o teclado.
quarta-feira, 19 de março de 2014
Caderno de Debates 1 - "Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva"
Esse caderno tem como objetivo contribuir
no apoio pedagógico aos docentes em assuntos referentes à Educação
Inclusiva e construir reflexões que ressignifiquem o manejo com as
diferenças.
Foram
abordados diversos temas como: Políticas Públicas de Educação Especial,
Afetividade na Educação Inclusiva, práticas da SAAI, Tecnologia
Assistiva e outros.
Boa leitura!!!
Equipe CEFAI
Analogia- A Bela e a Fera - Sentimentos são
A apresentação que o ocorreu no Seminário Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva no último dia 14/03/2014, no CEU Jambeiro/SP. A emoção tomou conta dos presentes durante a
apresentação "A Bela e a Fera - Sentimentos são...", dos alunos do SAAI,
da EMEF CEU Lajeado. O ato mostrou a convivência das pessoas com deficientes, relacionando com o Conto. A Fera teve a oportunidade de alguém amá-lo convivendo com ele e vendo o seu interior.
As pessoas sente os mesmo medo que a Bela teve ao encontrarem um deficiente, até que o convívio permite perceber que estas pessoas tem potencial, aprendem e são inteligentes.
Porém sabemos que a vida destes alunos não é um conto de fadas, que os feitiços se desfazem. É preciso mudar o olhar... como na canção Sentimentos são... Viver as diferenças para termos oportunidade de sermos diferentes mas iguais.
Por: Cláudia Mistreli
Fonte: https://pt-br.facebook.com/EscolaSP
http://cefaidreguaianases.blogspot.com.br/
As pessoas sente os mesmo medo que a Bela teve ao encontrarem um deficiente, até que o convívio permite perceber que estas pessoas tem potencial, aprendem e são inteligentes.
Porém sabemos que a vida destes alunos não é um conto de fadas, que os feitiços se desfazem. É preciso mudar o olhar... como na canção Sentimentos são... Viver as diferenças para termos oportunidade de sermos diferentes mas iguais.
Por: Cláudia Mistreli
Fonte: https://pt-br.facebook.com/EscolaSP
http://cefaidreguaianases.blogspot.com.br/
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
UMA REFLEXÃO DOS NOSSOS 365 DIAS, ANTES DO ANO NOVO
Então É Natal
Então é Natal, e o que você fez?
O ano termina, e nasce outra vez
Então é Natal, a festa Cristã
Do velho e do novo, do amor como um todo
Então bom Natal, e um ano novo também
Que seja feliz quem souber o que é o bem
Então é Natal, pro enfermo e pro são
Pro rico e pro pobre, num só coração
Então bom Natal, pro branco e pro negro
Amarelo e vermelho, pra paz afinal
Então bom Natal, e um ano novo também
Que seja feliz quem, souber o que é o bem
Então é Natal, o que a gente fez?
O ano termina, e começa outra vez
Então é Natal, a festa Cristã
Do velho e do novo, o amor como um todo
Então bom Natal, e um ano novo também
Que seja feliz quem, souber o que é o bem
Harehama, há quem ama
Harehama, ha
Então é Natal, e o que você fez?
O ano termina, e nasce outra vez
Hiroshima, Nagasaki, Mururoa, ha...
É Natal, é Natal, é Natal
![]() |
| FELIZ NATAL!! |
![]() |
O ano termina, e nasce outra vez... |
![]() |
| BOM NATAL! |
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quarta-feira, 2 de outubro de 2013
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Como realizar transferência (mudança postural) da cama para cadeira de rodas?
O dia-a-dia de cuidadores de adultos e idosos comprometidos é repleto
de desafios. Muitos desses desafios estão em tarefas “simples”, como
transferir o cliente da cama para cadeira de rodas. Sendo assim, o Reab
resolveu pesquisar e ajudar profissionais, incluindo os cuidadores, a
ter em mãos dicas que ajudarão na realização de atividades cotidianas.
O vídeo que trazemos hoje trata da transferência da cama para a cadeira de rodas, ou seja, estamos falando de casos onde os clientes não tem condições de fazerem a passagem da cama para a cadeira sozinhos. Nosso exemplo trata de cadeira de rodas, mas poderia ser qualquer cadeira, certo?
Para a transferência:
1. O primeiro passo é organizar o entorno, ou seja, o cliente e a cadeira.
O cliente deve estar sentado e a cadeira de rodas a 45 graus da cama. O profissional que irá realizar transferências deve estar na frente do cliente e ao lado da cadeira de rodas (de forma que o assento esteja virado para o profissional). Uma dica importante: se o cliente tem um lado do corpo comprometido, vamos deixar o lado são virado para a cadeira (veja o vídeo e entenda melhor). Lembre-se: antes de começar a transferência assegure-se que o freio está ativado, que o braço da cadeira foi levantado e que o apoio dos pés está recolhido (algumas cadeiras não vão possuir mobilidade em algumas partes, mas se houver, siga essas instruções).
O cliente deve estar sentado na beira da cama, com os pés bem apoiados no chão e o tronco inclinado para frente. O profissional deve se posicionar à frente do cliente, pedir que ele coloque as mãos sobre os ombros do profissional (se um braço estiver comprometido, só será apoiado o braço são). As mãos do profissional podem estar sobre os ombros do cliente, sobre as escápulas ou ainda segurando a calça/short do cliente (veja o vídeo e entenda melhor).
2. O segundo passo é orientar o cliente o que será feito e como ele deve participar. O profissional combinará com o cliente que ao contar três (1, 2, 3…) ele será elevado em direção à cadeira de rodas e deve participar o máximo que conseguir. Em seguida, o profissional faz a contagem, inclinando mais o corpo do cliente à medida que conta e, quando o cliente levantar, continua a dar a orientação ao cliente, pedindo para ele girar o corpo em direção à cadeira.
3. O terceiro passo consiste em sentá-lo e perceber se está bem posicionado no assento, com o tronco sobre o encosto, para que os pés possam ser colocados sobre os apoios e o braço da cadeira abaixado.
E se o cliente é muito dependente e não consegue participar da mobilização?
- Se o cliente pode manter os pés no chão e consegue sustentar o peso do corpo:
Neste caso, são necessárias duas pessoas, uma de cada lado do cliente. Cada profissional colocará uma mão sobre o a escápula e a outra deve segurar na calça/short do cliente. Percebam que a profissional que aparece na imagem abaixo está com o braço esquerdo dela sobre a escápula e a mão direita segurando a calça do cliente.
- Se o cliente NÃO pode manter os pés no chão e NÃO consegue sustentar o peso do corpo:
Neste caso, serão necessárias 2 pessoas. Estas se posicionarão cruzando o braço nas costas do cliente para segurar na calça/short do lado contrário e colocarão o outro braço embaixo do joelho do cliente:
Fonte: http://www.reabilitacaocognitiva.org/2013/05/como-realizar-transferencia-mudanca-postural-da-cama-para-cadeira-de-rodas/
O vídeo que trazemos hoje trata da transferência da cama para a cadeira de rodas, ou seja, estamos falando de casos onde os clientes não tem condições de fazerem a passagem da cama para a cadeira sozinhos. Nosso exemplo trata de cadeira de rodas, mas poderia ser qualquer cadeira, certo?
Para a transferência:
1. O primeiro passo é organizar o entorno, ou seja, o cliente e a cadeira.
O cliente deve estar sentado e a cadeira de rodas a 45 graus da cama. O profissional que irá realizar transferências deve estar na frente do cliente e ao lado da cadeira de rodas (de forma que o assento esteja virado para o profissional). Uma dica importante: se o cliente tem um lado do corpo comprometido, vamos deixar o lado são virado para a cadeira (veja o vídeo e entenda melhor). Lembre-se: antes de começar a transferência assegure-se que o freio está ativado, que o braço da cadeira foi levantado e que o apoio dos pés está recolhido (algumas cadeiras não vão possuir mobilidade em algumas partes, mas se houver, siga essas instruções).
O cliente deve estar sentado na beira da cama, com os pés bem apoiados no chão e o tronco inclinado para frente. O profissional deve se posicionar à frente do cliente, pedir que ele coloque as mãos sobre os ombros do profissional (se um braço estiver comprometido, só será apoiado o braço são). As mãos do profissional podem estar sobre os ombros do cliente, sobre as escápulas ou ainda segurando a calça/short do cliente (veja o vídeo e entenda melhor).
2. O segundo passo é orientar o cliente o que será feito e como ele deve participar. O profissional combinará com o cliente que ao contar três (1, 2, 3…) ele será elevado em direção à cadeira de rodas e deve participar o máximo que conseguir. Em seguida, o profissional faz a contagem, inclinando mais o corpo do cliente à medida que conta e, quando o cliente levantar, continua a dar a orientação ao cliente, pedindo para ele girar o corpo em direção à cadeira.
3. O terceiro passo consiste em sentá-lo e perceber se está bem posicionado no assento, com o tronco sobre o encosto, para que os pés possam ser colocados sobre os apoios e o braço da cadeira abaixado.
E se o cliente é muito dependente e não consegue participar da mobilização?
- Se o cliente pode manter os pés no chão e consegue sustentar o peso do corpo:
Neste caso, são necessárias duas pessoas, uma de cada lado do cliente. Cada profissional colocará uma mão sobre o a escápula e a outra deve segurar na calça/short do cliente. Percebam que a profissional que aparece na imagem abaixo está com o braço esquerdo dela sobre a escápula e a mão direita segurando a calça do cliente.
Uma vez posicionados, os profissionais vão fazer os mesmos movimentos e darão as mesmas orientações ao cliente.
- Se o cliente NÃO pode manter os pés no chão e NÃO consegue sustentar o peso do corpo:
Neste caso, serão necessárias 2 pessoas. Estas se posicionarão cruzando o braço nas costas do cliente para segurar na calça/short do lado contrário e colocarão o outro braço embaixo do joelho do cliente:
Fonte: http://www.reabilitacaocognitiva.org/2013/05/como-realizar-transferencia-mudanca-postural-da-cama-para-cadeira-de-rodas/
Primeiro Smartphone para cegos!!!
O primeiro smartphone do mundo para cegos foi criado. Em breve eles
estarão por aí e deixarão pessoas com deficiência visual capazes de ler
SMSs e e-mails, pois convertem todo o texto em padrões Braille.
“Criamos o primeiro smartphone Braille do mundo“, diz o inventor Sumit Dagar, cuja empresa está incubada no Centro de Incubação de Inovação e Empreendedorismo, localizada no campus IIM Ahmedabad (Índia). “Este produto é baseado em um ‘touch screen’ inovador que é capaz de se elevar transformar o conteúdo em padrões ‘tocáveis’”, diz ele.
Dagar, que é pós-graduado do Instituto Nacional de Design (NID), disse que foi motivado a desenvolver o dispositivo quando ele percebeu que, até agora, a tecnologia apenas serviu a maioria dos usuários, ignorando grupos que ele chamou de “marginalizados”. Ele está colaborando com a IIT Delhi em fazer o protótipo, que está sendo testado no LV Prasad Eye Institute em Hyderabad.
“A resposta durante o teste tem sido muito boa. Ele vem sendo visto até mais como um companheiro do que como um telefone para o usuário. Pretendemos fazer versões mais avançadas do telefone no futuro”, acrescenta Dagar.
Dagar iniciou o projeto há três anos, enquanto estudava design de interação em NID. Depois de trabalhar com um par de empresas, formou uma equipe de seis pessoas e começou seu empreendimento, a Kriyate Design Solutions. Atualmente, o empreendimento está sendo financiado pela Rolex Awards no âmbito do Programa Jovem Nobel, em que eles selecionam cinco pessoas em todo o mundo a cada dois anos e financiam seus projetos.
Como funciona?
· O aparelho utiliza tecnologia de liga com memória de forma, com base no conceito de que os metais podem expandir e contrair a sua forma original após o uso.
· O “tela” do telefone tem uma grade de pinos, que se movem para cima e para baixo, como por obrigação. A grade tem um display de Braille, onde os pinos podem vir a representar um personagem ou carta.
· Esta tela será capaz de se elevar para formar padrões em Braille.
· Todos os outros elementos são como qualquer outro smartphone.
Fonte: The Times Of India
Imagens: mobileexpert e phys.org
“Criamos o primeiro smartphone Braille do mundo“, diz o inventor Sumit Dagar, cuja empresa está incubada no Centro de Incubação de Inovação e Empreendedorismo, localizada no campus IIM Ahmedabad (Índia). “Este produto é baseado em um ‘touch screen’ inovador que é capaz de se elevar transformar o conteúdo em padrões ‘tocáveis’”, diz ele.
Dagar, que é pós-graduado do Instituto Nacional de Design (NID), disse que foi motivado a desenvolver o dispositivo quando ele percebeu que, até agora, a tecnologia apenas serviu a maioria dos usuários, ignorando grupos que ele chamou de “marginalizados”. Ele está colaborando com a IIT Delhi em fazer o protótipo, que está sendo testado no LV Prasad Eye Institute em Hyderabad.
“A resposta durante o teste tem sido muito boa. Ele vem sendo visto até mais como um companheiro do que como um telefone para o usuário. Pretendemos fazer versões mais avançadas do telefone no futuro”, acrescenta Dagar.
Dagar iniciou o projeto há três anos, enquanto estudava design de interação em NID. Depois de trabalhar com um par de empresas, formou uma equipe de seis pessoas e começou seu empreendimento, a Kriyate Design Solutions. Atualmente, o empreendimento está sendo financiado pela Rolex Awards no âmbito do Programa Jovem Nobel, em que eles selecionam cinco pessoas em todo o mundo a cada dois anos e financiam seus projetos.
Como funciona?
· O aparelho utiliza tecnologia de liga com memória de forma, com base no conceito de que os metais podem expandir e contrair a sua forma original após o uso.
· O “tela” do telefone tem uma grade de pinos, que se movem para cima e para baixo, como por obrigação. A grade tem um display de Braille, onde os pinos podem vir a representar um personagem ou carta.
· Esta tela será capaz de se elevar para formar padrões em Braille.
· Todos os outros elementos são como qualquer outro smartphone.
Fonte: The Times Of India
Imagens: mobileexpert e phys.org
Ideia de atividade com jogo de encaixe
Retiramos a imagem do Pinterest e por isso está em inglês, mas é facilmente adaptada para português, não é?
Fonte: http://www.reabilitacaocognitiva.org/2012/12/ideia-de-atividade-com-jogo-de-encaixe/
Combinando apps com jogos para atividades na Reabilitação
Já sabemos que os jogos têm um potencial imenso como recurso
terapêutico, e quanto isso não há mais dúvidas, é fato. Também sabemos
que os apps (aplicativos para iPhone, iPad e tablets de forma geral)
cada vez mais fazem parte das sessões de Reabilitação mundo à fora,
tendo se mostrado um potencial recurso terapêutico para trabalhar com
crianças e adultos que necessitam de terapia física, da fala ou
ocupacional (ou seja, fisioterapia, fonoaudiologia e terapia
ocupacional).
Sendo assim, resolvemos despertar os profissionais e familiares para uma excelente oportunidade de estimulação e tratamento: a combinação de aplicativos com jogos para graduar o desafio e torná-lo ideal para certos casos (lembrem-se
que isso depende de uma série de fatores – procure um profissional
habilitado a tirar suas dúvidas e te ajudar a implementar esses recursos
de uma forma eficaz).
Pesquisando sobre essa possibilidade, achamos um vídeo que faz uso dessa proposta do mix, do uso de um aplicativo (iWriteWords) e um jogo de encaixe de letras:
Como vocês podem ver no vídeo, a ideia foi usar o aplicativo para
coordenação (neste caso, voltado para a escrita) combinado com um jogo
de encaixe de letras, onde a pessoa precisava concluir a primeira etapa
de deslizar o dedo e formar a letra, em seguida procurar a letra dentre
outras do jogo e, por fim encaixar a letra no tabuleiro. Ao analisar
essa atividade completa vemos que é necessário uma série de habilidades
perceptocognitivas e motoras para concluir cada etapa da atividade com
sucesso.
Outra forma de uso desses dois recursos
- Escolha uma letra a ser trabalhada, por exemplo a “R”. Garanta
que você terá duas letras de cada letra. Em seguida, peça para a pessoa
entregar a você UMA das peças do jogo (madeira ou plástico) que
estiverem sobre a mesa. Depois abra o aplicativo na letra, peça que ele
contorne a letra no tablet, vire o tablet para que ele não veja mais a
letra, e por fim, peça que ele pegue a segunda letra do jogo entre as
outras que ainda estão sobre a mesa.
- Escolhem-se quatro letras que façam parte de uma palavra, por
exemplo, “P-A-T-O”. Em seguida, deve-se achar as peças da palavra e, por
fim, contornar no aplicativo cada uma das letras.
- Um pouco mais complexo é: escolher uma palavra de quatro
letras, buscar as consoantes entre as peças e separá-las e depois
contornar as vogais no aplicativo.
E vocês, pensam em outras possibilidades???
Resolvemos mostrar essa combinação de app + jogo porque o tipo do
aplicativo é comum, existem vários apps com esse objetivo de coordenar
letras e
também é bastante comum achar quebra-cabeças de letras, ou pelos menos
ter a letras de madeira ou de plástico. Ou seja, vamos usar os materiais
que já temos, mas de uma forma criativa.
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