Questões
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Concordo plenamente
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Concordo parcialmente
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Não concordo nem discordo
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Discordo parcialmente
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Discordo plenamente
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Não sei responder
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Uma escola inclusiva é aquela que
atende alunos com deficiência
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Na minha formação aprendi algum
conhecimento sobre a escolarização de aluno com deficiência
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Todos os professores estão
preparados para ensinar todos os alunos.
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O Projeto político Pedagógico de
sua escola contempla uma cultura inclusiva – aparece algum item sobre o aluno
com deficiência
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Minha
prática pedagógica prevê adaptações curriculares para alunos com deficiência
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Utilizo
de diferentes metodologias para atender todos os alunos
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Todos
os alunos independentes da deficiência devem estudar na classe comum.
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A
relação escola-família em minha escola ocorre conforme a legislação
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Conheço
a Legislação da Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva
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O
ensino colaborativo é desenvolvido na minha escola
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A
parceria entre educação especial e comum acontece na minha escola
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O
maior desafio da educação inclusiva é a falta de formação inicial sobre o
tema
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A
ausência de participação da família é um entrave para a educação inclusiva
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As
mudanças para a educação inclusiva são de ordem administrativa, política e
pedagógica.
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As
atividades para os alunos com deficiência devem ser diferentes do conteúdo da
classe comum
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Para
ensinar alunos com deficiência sempre é necessário outra metodologia
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Sei
perceber indicativos de altas habilidades/superdotaçao
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Sinto-me
seguro para trabalhar com aluno com deficiência
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quinta-feira, 22 de maio de 2014
Teste de concepções Inclusivas
Aprendizagem e desenvolvimento humano
A partir do estudo do tema “As contribuições de Jean
Piaget e Emília Ferreiro à educação”, observamos um aluno com deficiência
mental/intelectual ou com dificuldade de leitura e escrita acentuada e realizamos uma
avaliação da fase que ele se encontra, com base na teoria identificamos e traçamos três estratégias para melhorar o desempenho do
aluno.
I –
DADOS PESSOAIS
Nome: R. de Lima Bueno DN:
29/01/03
Escola: EMEB M. xxxxxxxx Série/Período: 3º/Tarde
Mãe: R. de Lima Pai:
R. Bueno
II – MOTIVO DO ACOMPANHAMENTO
Baixo desempenho
III - OBSERVAÇÕES GERAIS: R. é um menino agitado, com dificuldade de leitura e escrita
acentuada, apresentou escrita silábico-com-valor em transição, leitura com
apoio de figuras de com tempo curto nas atividades, interagiu com a profissional, na sala cumpriu as regras. Não soube responder dados de sua
identidade. Para a avaliação, foi utilizado linguagem de fácil compreensão, bem
organizadas e sistematizadas, com proposta de realização passo a passo,
tarefas curtas, coloridas e com poucos detalhes, com a metodologia
de associação e apresentação de modelos. Deste modo foram
identificadas, defasagens
conceituais considerando o ano que frequenta, falta de atenção, e
dificuldade de criar estilo de aprendizagem próprio.
Conclusão: R. Necessita de estratégias pedagógicas para facilitar
sua aprendizagem. Necessário identificar
suas as habilidades para proporcionar
condições e possibilidades de ensino-aprendizagem e assim sanar suas dificuldades.
Sugestões:
- Instrução de atividade passo a passo.
- Elaboração de Rotina bem estabelecida.
- Adaptações nos objetivos das atividades. Ex: Reflexão da escrita em Ciências
- Delimitação do conteúdo. Ex: Foco nas intervenções (ortografia/leitura)
- Atividades curtas.
- Uso de letra maiúscula nas avaliações, letra impressa não é um facilitador.
- Uso de leituras com apoio em figuras. Ex. Fichas de leituras
- Agrupamentos com alunos que aproximam de sua hipótese de escrita.
O que a comunidade pensa e quer sobre Educação Inclusiva?
Entrevistamos e perguntamos as dúvidas que a comunidade possui a respeito do processo de Inclusão Escolar, seja relacionada ao papel do professor e ou aos direitos do aluno. A seguir nosso comentário e resultado apresentado.
A entrevista realizada foi com professores e pessoas da comunidade (funcionários, pais e colegas) de SP e as dúvidas que as pessoas possuem em relação ao processo de inclusão escolar esta relacionada tanto ao papel do professor como aos direitos do aluno. Acreditam que os alunos serão mais bem atendidos se estiverem numa sala especial, pois não se tem recursos suficiente nas escolas comuns, a estrutura não é compatível com as necessidades dos alunos ou a escola regular deveria ter uma pessoa exclusivamente para auxiliá-lo diretamente. E em relação ao professor sua duvida estar no lidar com este aluno, alguns dizem que o professor não tem conhecimento suficiente para dar o atendimento adequado. Os professores oscilam no seu pensamento dizendo que, que o processo de Inclusão facilita para a socialização destas pessoas
- Com a entrevista pode-se perceber que trata de uma comunidade resistente ao processo de Inclusão Escolar neste momento.
O Plano de Ação para atenuar este problemas está pautado em trabalho progressivo de mudança de olhar, mostrando que a criança com deficiência aprende, que precisam de facilitadores e adaptações para suas necessidades e que o aprendizado acontece e não há necessidade de trabalhoa exaustivo, quando eliminamos as barreira atitudinais, que esta mudança de olhar permitirão um bom trabalho. Conhecer como o aluno aprende e que algumas características que apresentam serão modificadas paulatinamente tornando possível o processo de inclusão.
VIOLÊNCIA E OS DIREITOS HUMANOS
O homem vive em sociedade e é um ser de múltiplas relações e em função da condição humana que é: enfrentar conflitos com os seus semelhantes, consigo mesmo e com a sua cultura.
Estes conflitos fazem parte condição humana. A sociedade é desigual, gera preconceito, valores diferentes entre outros aspectos, esses conflitos não negociados e exerce um mecanismo desencadeador que gera violência, assim é inescapável viver sem violência.
Esta reflexão compõe-se de um quadro teórico que analisou os tipos violências, os grupos vulneráveis, os motivos que as geram e quais os fatores que contribuem para a violência. A família, a sociedade e a escola tem a função de transmitir o saber e formar homens, juntando obrigações para favorecer a aquisição de conhecimentos e tornar os futuros cidadãos aptos a defender seus interesses. Mas como assegurar esta função de ensinar e formar? Acredito que com ações cooperativas de reflexões sobre os problemas de natureza legislativa e executiva ligados a condição humana.
O tema violência pode nos levar mais longe ainda: Discutir a própria natureza humana. O homem de sua condição natural é selvagem. Não se trata apenas de “bons modos” trata-se, portanto de educar o homem para ser homem, redimi-lo de sua condição animal. (para ensiná-los a controlar seus impulsos e afetos) seja o marido sobre sua esposa, o pai sobre seu filho, o rico sobre o pobre, o pobre sobre o rico, o forte sobre o fraco, etc.
O assunto é realmente complexo e não está despercebido à sociedade brasileira. Sabe-se de informações, relatos, extraídos de jornais programas de TV e de estudos revelando a magnitude do problema. Não é problema na periferia, nos grandes centros urbanos entre ricos e pobres a violência esta de forma incontestável.
“Todo homem tem direito à vida, à liberdade e a segurança pessoal”.O direito à vida esta inserida nos chamados direitos civis, que dizem em respeito a liberdades Fundamentais e correspondem aos artigos I a XIX da Declaração Universal, Podemos dizer então que a violência é todo ato que implica na ruptura do Direito Universal e no equilíbrio social pelo uso da força. Negando a possibilidade da relação social pela comunicação, pelo uso da palavra, pelo diálogo e sim pelo conflito.
Atos violentos são definidos pelos atores em condições históricas e culturais diversas. Que envolvem a destruição e a força, sempre veiculadas ao racismo ou a intolerância e, até, os mecanismos relativos à violência simbólica presente nas relações humanas, (BOURDIEU). O que nos apavora é que a situação esta patológica e avança a taxa dita ‘normal’. Como nos revela Durkheim.
O tema violência pode nos levar mais longe ainda: Discutir a própria natureza humana. O homem de sua condição natural é selvagem. Não se trata apenas de “bons modos” trata-se, portanto de educar o homem para ser homem, redimi-lo de sua condição animal. (para ensiná-los a controlar seus impulsos e afetos) seja o marido sobre sua esposa, o pai sobre seu filho, o rico sobre o pobre, o pobre sobre o rico, o forte sobre o fraco, etc.
O assunto é realmente complexo e não está despercebido à sociedade brasileira. Sabe-se de informações, relatos, extraídos de jornais programas de TV e de estudos revelando a magnitude do problema. Não é problema na periferia, nos grandes centros urbanos entre ricos e pobres a violência esta de forma incontestável.
“Todo homem tem direito à vida, à liberdade e a segurança pessoal”.O direito à vida esta inserida nos chamados direitos civis, que dizem em respeito a liberdades Fundamentais e correspondem aos artigos I a XIX da Declaração Universal, Podemos dizer então que a violência é todo ato que implica na ruptura do Direito Universal e no equilíbrio social pelo uso da força. Negando a possibilidade da relação social pela comunicação, pelo uso da palavra, pelo diálogo e sim pelo conflito.
Atos violentos são definidos pelos atores em condições históricas e culturais diversas. Que envolvem a destruição e a força, sempre veiculadas ao racismo ou a intolerância e, até, os mecanismos relativos à violência simbólica presente nas relações humanas, (BOURDIEU). O que nos apavora é que a situação esta patológica e avança a taxa dita ‘normal’. Como nos revela Durkheim.
Bullying Escolar
RELATO DE CASO Bullying Escolar
I – DADOS PESSOAIS
Nome:xxxxxxxxx DN: 19/05/94
Escola: EMEB xxxxxxxxx
A aluna Apresenta a
Deficiência Múltipla (Paralisia Cerebral, Alteração da Marcha, Deficiência
Visual) ingressou na
escola chegou com condutas típicas repetitivas, com ecolalia, alimentava-se sozinha, mas limitada, calma,
interagia, porém não brincava com os
colegas, aluna não encontrou
dificuldades em se adaptar, permanecia
sozinha, sem brincar com a crianças. Foi observado que a equipe escolar
contribui com o comportamento dos alunos dizendo que a escola não estava
preparada para atender as necessidades da aluna.
O ocorrido na escola e na família não se
trata de falta de informação e sim
aspectos emocionais de correntes da situação.
A
aluna vem sofrendo bullying devido sua
situação vários fatores veem
contribuindo para o seu baixo desempenho e atualmente apresenta quadro
depressivo parece que as oportunidades educacionais e o ambiente familiar desencadeiam fatores psicossociais de cunho
depressivo e desestimulador. A mãe tem escolhido
deixar de frequentar as aulas devido o que a filha vem sofrendo, parece
que a mãe não aceita a limitação da filha. Como proposta de solução realizamos um plano de ação:
Plano de Ação
1) Ação com a
equipe de professores e grupo de alunos:
·
Sensibilização
·
Criação de
Vínculo professores x aluno – aluno x professores - grupo x aluno – aluno x grupo
2 ) Contenção de comportamento dos alunos.
3) Sugestão de atividades
·
Sensibilização
·
Palestra sobre
as necessidades do aluno – o que é Deficiencia Múltipla, a causa,
consequências,, como se comporta, como podemos ajudar. Uma pessoa cega. Etc
·
Filme: Meu nome
é Rádio, para discussão:
Rádio é uma pessoa que apresenta
dificuldade de aprendizagem. Essas situações no cotidiano escolar é
responsabilidade de todos os profissionais de educação. Da para fazer
articulação dos alunos para descobrir as lições de solidariedade e
amizade, e mudar um pouco as
perspectivas de nossas crianças, adolescentes e jovens. Incentivo ao alunos a
ajudarem os alunos que tem maior dificuldade de socialização a se integrarem ao
trabalho e as atividades da escola. Há certos alunos que tem poucos amigos, que
mal falam em aula, que se escondem pelos cantos dos corredores ou ainda que nem
frequentam os intervalos por timidez, por medo ou mesmo pela simples falta de
uma palavra amiga que o leve a essa socialização. Esse também é um dos papéis
primordiais da educação. Ensinar os alunos a entender as diferenças e estimular
os intercâmbios e a cordialidade. Lições reais de solidariedade que podem fazer
muita diferença no cotidiano...
·
Levantamento de
tipo de ajuda com a equipe e grupo de alunos? Como posso ajudar o deficiente?
·
Dinâmica: Eu não
sou assim!
2) Contenção de comportamento (Família e Escola)
·
Regras e limites
– Pode, não pode, por que?
·
Sinalizar para o
aluno os comportamentos adequados para reforçar, inadequados para eliminar.
Importante: a sala de aula não tem como
único objetivo o desenvolvimento cognitivo para, a aquisição dos conhecimentos, lá é o espaço privilegiado de
interação, deve ser o objetivo maior (Interação, cooperação, respeito) que se resume em mediação , mediação o que
precisamos para o desenvolvimento cognitivo.
PLANO DE AULA -TECNOLOGIA ASSISTIVA
Aluno: W. M.
Professora xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Motivo do encaminhamento: Deficiência Múltipla
Características: Deficiência Intelectual, cadeirante, é
curioso, esperto, interage, participa com alegria.
Objetivos específicos
Desenvolver a
comunicação escrita com a Tecnologia Assistiva
Justificativa
O aluno apresenta membros
inferiores e superiores com limitações, a especificidade do aluno necessita de
implementação de ações junto a escola comum para o desenvolvimento de ação
pedagógica que contemple todos os apoios necessários a inclusão do aluno na
escola.
Metodologia
O aluno passou por avaliação interventiva pelo período de 6 meses na sala de recursos AEE e observou necessidade do atendimento educacional especializado, para a efetivação da matricula no AEE se faz necessário a matricula na rede regular.
O aluno passou por avaliação interventiva pelo período de 6 meses na sala de recursos AEE e observou necessidade do atendimento educacional especializado, para a efetivação da matricula no AEE se faz necessário a matricula na rede regular.
A integração do aluno contará com
uma professora itinerante que dará suporte a
professora e equipe escolar para as adaptações necessárias para o
recebimento do aluno. O aluno iniciará passará por processo de adaptação e assim
se ambientará com a rotina escolar.
Recursos
Sugerem carteira adaptada, computador, e miniaturas, prato, copo e colher adaptado. Sistema de Calendário, cadeira de rodas com mesa de apoio, puffs, plano inclinado, calça da vovó.
Sugerem carteira adaptada, computador, e miniaturas, prato, copo e colher adaptado. Sistema de Calendário, cadeira de rodas com mesa de apoio, puffs, plano inclinado, calça da vovó.
Infra-estrutura de informática
Computador com lente de aumento, mouse com
acionador, teclado virtual, sintetizador de voz, plano inclinado.
Ferramentas computacionais
Serão utilizados com o aluno os
recursos da Tecnologia Assistiva, Computador com lente de aumento, mouse com acionador,
teclado virtual, sintetizador de voz, plano inclinado. Software Dasher
![]() |
| SOFTWARE DASHER |
Exemplo: O
Software Dasher permite que o aluno escreva sem utilizar o teclado. O mouse será
usado com acionador operados como o
membro superior funcional, pois o aluno é impossibilitado de utilizar o teclado.
quarta-feira, 19 de março de 2014
Caderno de Debates 1 - "Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva"
Esse caderno tem como objetivo contribuir
no apoio pedagógico aos docentes em assuntos referentes à Educação
Inclusiva e construir reflexões que ressignifiquem o manejo com as
diferenças.
Foram
abordados diversos temas como: Políticas Públicas de Educação Especial,
Afetividade na Educação Inclusiva, práticas da SAAI, Tecnologia
Assistiva e outros.
Boa leitura!!!
Equipe CEFAI
Analogia- A Bela e a Fera - Sentimentos são
A apresentação que o ocorreu no Seminário Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva no último dia 14/03/2014, no CEU Jambeiro/SP. A emoção tomou conta dos presentes durante a
apresentação "A Bela e a Fera - Sentimentos são...", dos alunos do SAAI,
da EMEF CEU Lajeado. O ato mostrou a convivência das pessoas com deficientes, relacionando com o Conto. A Fera teve a oportunidade de alguém amá-lo convivendo com ele e vendo o seu interior.
As pessoas sente os mesmo medo que a Bela teve ao encontrarem um deficiente, até que o convívio permite perceber que estas pessoas tem potencial, aprendem e são inteligentes.
Porém sabemos que a vida destes alunos não é um conto de fadas, que os feitiços se desfazem. É preciso mudar o olhar... como na canção Sentimentos são... Viver as diferenças para termos oportunidade de sermos diferentes mas iguais.
Por: Cláudia Mistreli
Fonte: https://pt-br.facebook.com/EscolaSP
http://cefaidreguaianases.blogspot.com.br/
As pessoas sente os mesmo medo que a Bela teve ao encontrarem um deficiente, até que o convívio permite perceber que estas pessoas tem potencial, aprendem e são inteligentes.
Porém sabemos que a vida destes alunos não é um conto de fadas, que os feitiços se desfazem. É preciso mudar o olhar... como na canção Sentimentos são... Viver as diferenças para termos oportunidade de sermos diferentes mas iguais.
Por: Cláudia Mistreli
Fonte: https://pt-br.facebook.com/EscolaSP
http://cefaidreguaianases.blogspot.com.br/
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
UMA REFLEXÃO DOS NOSSOS 365 DIAS, ANTES DO ANO NOVO
Então É Natal
Então é Natal, e o que você fez?
O ano termina, e nasce outra vez
Então é Natal, a festa Cristã
Do velho e do novo, do amor como um todo
Então bom Natal, e um ano novo também
Que seja feliz quem souber o que é o bem
Então é Natal, pro enfermo e pro são
Pro rico e pro pobre, num só coração
Então bom Natal, pro branco e pro negro
Amarelo e vermelho, pra paz afinal
Então bom Natal, e um ano novo também
Que seja feliz quem, souber o que é o bem
Então é Natal, o que a gente fez?
O ano termina, e começa outra vez
Então é Natal, a festa Cristã
Do velho e do novo, o amor como um todo
Então bom Natal, e um ano novo também
Que seja feliz quem, souber o que é o bem
Harehama, há quem ama
Harehama, ha
Então é Natal, e o que você fez?
O ano termina, e nasce outra vez
Hiroshima, Nagasaki, Mururoa, ha...
É Natal, é Natal, é Natal
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| FELIZ NATAL!! |
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O ano termina, e nasce outra vez... |
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| BOM NATAL! |
![]() |
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