quinta-feira, 22 de maio de 2014

Teste de concepções Inclusivas




Questões
Concordo plenamente
Concordo parcialmente
Não concordo nem discordo
Discordo parcialmente
Discordo plenamente
Não sei responder
Uma escola inclusiva é aquela que atende alunos com deficiência






Na minha formação aprendi algum conhecimento sobre a escolarização de aluno com deficiência






Todos os professores estão preparados para ensinar todos os alunos.






O Projeto político Pedagógico de sua escola contempla uma cultura inclusiva – aparece algum item sobre o aluno com deficiência






Minha prática pedagógica prevê adaptações curriculares para alunos com deficiência






Utilizo de diferentes metodologias para atender todos os alunos






Todos os alunos independentes da deficiência devem estudar na classe comum.






A relação escola-família em minha escola ocorre conforme a legislação






Conheço a Legislação da Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva






O ensino colaborativo é desenvolvido na minha escola






A parceria entre educação especial e comum acontece na minha escola






O maior desafio da educação inclusiva é a falta de formação inicial sobre o tema






A ausência de participação da família é um entrave para a educação inclusiva






As mudanças para a educação inclusiva são de ordem administrativa, política e pedagógica.






As atividades para os alunos com deficiência devem ser diferentes do conteúdo da classe comum






Para ensinar alunos com deficiência sempre é necessário outra metodologia






Sei perceber indicativos de altas habilidades/superdotaçao






Sinto-me seguro para trabalhar com aluno com deficiência







Aprendizagem e desenvolvimento humano



A partir do estudo do tema “As contribuições de Jean Piaget e Emília Ferreiro à educação”, observamos  um aluno com deficiência mental/intelectual ou com dificuldade de leitura e escrita acentuada e realizamos uma avaliação da fase que ele se encontra, com base na teoria  identificamos e  traçamos três estratégias para melhorar o desempenho do aluno.

I – DADOS PESSOAIS                                                    

Nome: R. de Lima Bueno   DN: 29/01/03
Escola: EMEB M. xxxxxxxx              Série/Período: 3º/Tarde
Mãe: R. de Lima  Pai:  R. Bueno

II – MOTIVO DO ACOMPANHAMENTO
             Baixo desempenho

III - OBSERVAÇÕES GERAIS: R. é um menino agitado, com dificuldade de leitura e escrita acentuada, apresentou escrita silábico-com-valor em transição, leitura com apoio de figuras de com tempo curto nas atividades, interagiu  com a profissional, na sala cumpriu as  regras. Não soube responder dados de sua identidade. Para a avaliação, foi utilizado linguagem de fácil compreensão, bem organizadas e sistematizadas, com proposta de realização passo a passo,  tarefas curtas, coloridas e com poucos detalhes, com a metodologia de  associação e  apresentação de modelos. Deste modo foram identificadas, defasagens conceituais considerando o ano que frequenta, falta de atenção, e dificuldade de criar estilo de aprendizagem próprio.

Conclusão: R. Necessita de estratégias pedagógicas para facilitar sua  aprendizagem. Necessário identificar suas as habilidades para proporcionar  condições e possibilidades de ensino-aprendizagem  e assim sanar suas  dificuldades.

Sugestões:
  • Instrução de atividade passo a passo.
  • Elaboração de Rotina bem estabelecida.
  • Adaptações nos objetivos das atividades. Ex: Reflexão da escrita em Ciências
  • Delimitação do conteúdo. Ex: Foco nas intervenções (ortografia/leitura)
  • Atividades curtas.
  • Uso de letra maiúscula nas avaliações, letra impressa não é um facilitador.
  • Uso de leituras com apoio em figuras. Ex. Fichas de leituras
  • Agrupamentos com alunos que aproximam de sua hipótese de escrita.




O que a comunidade pensa e quer sobre Educação Inclusiva?




Entrevistamos e perguntamos as dúvidas que a comunidade possui a respeito do processo de Inclusão Escolar, seja relacionada ao papel do professor e ou aos direitos do aluno. A seguir nosso comentário e resultado apresentado.


A entrevista realizada foi com professores e pessoas da comunidade (funcionários, pais e colegas) de SP e as dúvidas que as pessoas possuem em relação ao processo de inclusão escolar esta relacionada tanto ao papel do professor como aos direitos do aluno. Acreditam que os alunos serão mais bem atendidos se estiverem numa sala especial, pois não se tem recursos suficiente nas escolas comuns, a estrutura não é compatível com as necessidades dos alunos ou a escola regular deveria ter uma pessoa exclusivamente para auxiliá-lo diretamente. E em relação ao professor sua duvida estar no lidar com este aluno, alguns dizem que o professor não tem conhecimento suficiente para dar o atendimento adequado. Os professores oscilam no seu pensamento dizendo que, que o processo de Inclusão facilita para a socialização destas pessoas
  • Com a entrevista pode-se perceber que trata de uma comunidade resistente ao processo de Inclusão Escolar neste momento.

O Plano de Ação para atenuar este problemas está pautado em trabalho progressivo de mudança de olhar, mostrando que a criança com deficiência aprende, que precisam de facilitadores e adaptações para suas necessidades e que o aprendizado acontece e não há necessidade de trabalhoa exaustivo, quando eliminamos as barreira atitudinais, que esta mudança de olhar permitirão um bom trabalho. Conhecer como o aluno aprende e que algumas características que apresentam serão modificadas paulatinamente tornando possível o processo de inclusão.

VIOLÊNCIA E OS DIREITOS HUMANOS


O homem vive em sociedade e é um ser de múltiplas relações e em função da condição humana que é: enfrentar conflitos com os seus semelhantes, consigo mesmo e com a sua cultura.
Estes conflitos fazem parte condição humana. A sociedade é desigual, gera preconceito, valores diferentes entre outros aspectos, esses conflitos não negociados e exerce um mecanismo desencadeador que gera violência, assim é inescapável viver sem violência. 
Esta reflexão compõe-se de um quadro teórico que analisou os tipos violências, os grupos vulneráveis, os motivos que as geram e quais os fatores que contribuem para a violência. A família, a sociedade e a escola tem a função de transmitir o saber e formar homens, juntando obrigações para favorecer a aquisição de conhecimentos e tornar os futuros cidadãos aptos a defender seus interesses. Mas como assegurar esta função de ensinar e formar? Acredito que com ações cooperativas de reflexões sobre os problemas de natureza legislativa e executiva ligados a condição humana.
O tema violência pode nos levar mais longe ainda: Discutir a própria natureza humana. O homem de sua condição natural é selvagem. Não se trata apenas de “bons modos” trata-se, portanto de educar o homem para ser homem, redimi-lo de sua condição animal. (para ensiná-los a controlar seus impulsos e afetos) seja o marido sobre sua esposa, o pai sobre seu filho, o rico sobre o pobre, o pobre sobre o rico, o forte sobre o fraco, etc.
O assunto é realmente complexo e não está despercebido à sociedade brasileira. Sabe-se de informações, relatos, extraídos de jornais programas de TV e de estudos revelando a magnitude do problema. Não é problema na periferia, nos grandes centros urbanos entre ricos e pobres a violência esta de forma incontestável.
“Todo homem tem direito à vida, à liberdade e a segurança pessoal”.O direito à vida esta inserida nos chamados direitos civis, que dizem em respeito a liberdades Fundamentais e correspondem aos artigos I a XIX da Declaração Universal, Podemos dizer então que a violência é todo ato que implica na ruptura do Direito Universal e no equilíbrio social pelo uso da força. Negando a possibilidade da relação social pela comunicação, pelo uso da palavra, pelo diálogo e sim pelo conflito.
Atos violentos são definidos pelos atores em condições históricas e culturais diversas. Que envolvem a destruição e a força, sempre veiculadas ao racismo ou a intolerância e, até, os mecanismos relativos à violência simbólica presente nas relações humanas, (BOURDIEU). O que nos apavora é que a situação esta patológica e avança a taxa dita ‘normal’. Como nos revela Durkheim.
 

Bullying Escolar



RELATO DE CASO Bullying Escolar


I – DADOS PESSOAIS                                                    

Nome:xxxxxxxxx                 DN: 19/05/94
Escola: EMEB  xxxxxxxxx

A aluna Apresenta a Deficiência Múltipla (Paralisia Cerebral, Alteração da Marcha, Deficiência Visual)   ingressou na  escola  chegou com condutas típicas repetitivas, com ecolalia, alimentava-se sozinha, mas limitada, calma, interagia,  porém não brincava com os colegas,   aluna não encontrou dificuldades em se adaptar, permanecia  sozinha, sem brincar com a crianças. Foi observado que a equipe escolar contribui com o comportamento dos alunos dizendo que a escola não estava preparada para atender as necessidades da aluna.
O ocorrido na escola e na família não se trata de falta de informação e sim  aspectos emocionais de correntes da situação. 
 A aluna vem sofrendo bullying  devido sua situação  vários fatores veem contribuindo para o seu baixo desempenho e atualmente apresenta quadro depressivo parece que as oportunidades educacionais e   o ambiente familiar   desencadeiam fatores psicossociais de cunho depressivo e desestimulador.  A mãe  tem escolhido  deixar de frequentar as aulas devido o que a filha vem sofrendo, parece que a mãe não aceita a limitação da filha. Como proposta  de solução realizamos um plano de ação:

Plano de Ação
1)      Ação com a equipe de professores e grupo de alunos:
·        Sensibilização
·        Criação de Vínculo professores x aluno – aluno x professores -  grupo x aluno – aluno x grupo
2 ) Contenção de comportamento dos alunos.
3) Sugestão de atividades
·        Sensibilização
·        Palestra sobre as necessidades do aluno – o que é Deficiencia Múltipla, a causa, consequências,, como se comporta, como podemos ajudar. Uma pessoa cega. Etc
·        Filme: Meu nome é Rádio, para discussão:
Rádio é uma pessoa que apresenta dificuldade de aprendizagem. Essas situações no cotidiano escolar é responsabilidade de todos os profissionais de educação. Da para fazer articulação dos alunos para descobrir as lições de solidariedade e amizade,  e mudar um pouco as perspectivas de nossas crianças, adolescentes e jovens. Incentivo ao alunos a ajudarem os alunos que tem maior dificuldade de socialização a se integrarem ao trabalho e as atividades da escola. Há certos alunos que tem poucos amigos, que mal falam em aula, que se escondem pelos cantos dos corredores ou ainda que nem frequentam os intervalos por timidez, por medo ou mesmo pela simples falta de uma palavra amiga que o leve a essa socialização. Esse também é um dos papéis primordiais da educação. Ensinar os alunos a entender as diferenças e estimular os intercâmbios e a cordialidade. Lições reais de solidariedade que podem fazer muita diferença no cotidiano...

·        Levantamento de tipo de ajuda com a equipe e grupo de alunos? Como posso ajudar o deficiente?
·        Dinâmica: Eu não sou assim!


2)     Contenção de comportamento (Família e Escola)

·        Regras e limites – Pode, não pode, por que?
·        Sinalizar para o aluno os comportamentos adequados para reforçar, inadequados para eliminar.

Importante: a sala de aula não tem como único objetivo o desenvolvimento cognitivo para, a aquisição dos  conhecimentos, lá é o espaço privilegiado de interação, deve ser o objetivo maior (Interação, cooperação, respeito)  que se resume em mediação , mediação o que precisamos para o desenvolvimento cognitivo.

PLANO DE AULA -TECNOLOGIA ASSISTIVA






Aluno: W. M.
Professora xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Motivo do encaminhamento: Deficiência Múltipla
Características: Deficiência Intelectual, cadeirante, é curioso, esperto, interage, participa com alegria.

Objetivos específicos
Desenvolver a comunicação escrita com a Tecnologia Assistiva

Justificativa

O aluno apresenta membros inferiores e superiores com limitações, a especificidade do aluno necessita de implementação de ações junto a escola comum para o desenvolvimento de ação pedagógica que contemple todos os apoios necessários a inclusão do aluno na escola.

Metodologia
O aluno passou por avaliação interventiva pelo período de 6 meses na sala de recursos AEE  e observou necessidade do atendimento educacional especializado, para a efetivação da matricula no AEE  se faz necessário a matricula na rede regular.
A integração do aluno contará com uma professora itinerante que dará suporte a  professora e equipe escolar para as adaptações necessárias para o recebimento do aluno. O aluno iniciará passará por processo de adaptação e assim se ambientará com a rotina escolar.

Recursos
Sugerem carteira adaptada, computador, e miniaturas, prato, copo e colher adaptado. Sistema de Calendário, cadeira de rodas com mesa de apoio, puffs, plano inclinado, calça da vovó.

Infra-estrutura de informática
 Computador com lente de aumento, mouse com acionador, teclado virtual, sintetizador de voz, plano inclinado.

Ferramentas computacionais
Serão utilizados com o aluno os recursos da Tecnologia Assistiva, Computador com lente de aumento, mouse com acionador, teclado virtual, sintetizador de voz, plano inclinado. Software Dasher
SOFTWARE  DASHER


Exemplo: O Software   Dasher  permite que o aluno  escreva sem utilizar o teclado. O mouse será usado com acionador  operados como o membro superior funcional, pois o aluno é  impossibilitado de utilizar o teclado.

quarta-feira, 19 de março de 2014

Caderno de Debates 1 - "Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva"


  Esse caderno tem como objetivo  contribuir no apoio pedagógico aos docentes em assuntos referentes à Educação Inclusiva e construir reflexões que ressignifiquem o manejo com as diferenças.

   Foram abordados diversos temas como: Políticas Públicas de Educação Especial, Afetividade na Educação Inclusiva, práticas da SAAI, Tecnologia Assistiva e outros.


Boa leitura!!!

Equipe CEFAI

Analogia- A Bela e a Fera - Sentimentos são

A apresentação que o ocorreu no Seminário Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva no último dia 14/03/2014, no CEU Jambeiro/SP. A emoção tomou conta dos presentes durante a apresentação "A Bela e a Fera - Sentimentos são...", dos alunos do SAAI, da EMEF CEU Lajeado. O ato mostrou a convivência das pessoas com deficientes, relacionando com o Conto. A Fera teve a oportunidade de alguém amá-lo convivendo com ele e vendo o seu interior.
As pessoas sente os mesmo medo que a Bela teve ao encontrarem um deficiente, até que o convívio permite perceber que estas pessoas tem potencial, aprendem e são inteligentes.
Porém sabemos que a vida destes alunos não é um conto de fadas, que os feitiços se desfazem. É preciso mudar o olhar... como na canção Sentimentos são... Viver as diferenças para termos oportunidade de sermos diferentes mas iguais.

Por: Cláudia Mistreli

Fonte: https://pt-br.facebook.com/EscolaSP
http://cefaidreguaianases.blogspot.com.br/ 

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

UMA REFLEXÃO DOS NOSSOS 365 DIAS, ANTES DO ANO NOVO

Então É Natal
Então é Natal, e o que você fez?
O ano termina, e nasce outra vez
Então é Natal, a festa Cristã
Do velho e do novo, do amor como um todo
Então bom Natal, e um ano novo também
Que seja feliz quem souber o que é o bem
 Então é Natal, pro enfermo e pro são
Pro rico e pro pobre, num só coração
Então bom Natal, pro branco e pro negro
Amarelo e vermelho, pra paz afinal
Então bom Natal, e um ano novo também
Que seja feliz quem, souber o que é o bem

 Então é Natal, o que a gente fez?
O ano termina, e começa outra vez
Então é Natal, a festa Cristã
Do velho e do novo, o amor como um todo
Então bom Natal, e um ano novo também
Que seja feliz quem, souber o que é o bem


Harehama, há quem ama
Harehama, ha
Então é Natal, e o que você fez?
O ano termina, e nasce outra vez
Hiroshima, Nagasaki, Mururoa, ha...

 É Natal, é Natal, é Natal

FELIZ NATAL!!

O ano termina, e nasce outra vez...

BOM NATAL!

 

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