segunda-feira, 25 de maio de 2015

MALETA VIAJANTE DE MATEMÁTICA


A Maleta tem o propósito de mostrar que a a matemática pode ser divertida e que a resolução de problemas matemáticos pode proporcionar momentos prazerosos. Caracteriza em resolver exercícios de modo lúdico e com prazer, são tarefas em que os alunos possam demonstrar capacidade de criar  seus modos de resolução. 
As atividades compreenderam os eixo estruturantes da matemática(Números e Operações, Espaço e Formas, Grandezas e Medidas e Tratamento da Informação) 

Para saber mais: http://portal.sme.prefeitura.sp.gov.br/Portals/1/Files/8935.pdf

POLIEDROS


Os poliedros são formas geométricas espaciais que apresentam todas as faces planas. São consideradas espaciais por apresentarem três dimensões (comprimento, largura e altura). Essas formas espaciais estão presentes no mundo a nossa volta. Nesta atividade os alunos aprenderam de modo lúdico as arestas e vértices, elementos dos poliedros,  atividade concreta é importantes para sua compreensão.



domingo, 24 de maio de 2015

ACESSIBILIDADE: IGUALDADE E JUSTIÇA

Tendo em vista os princípios constitucionais da dignidade da pessoa humana e da igualdade, que muitas vezes são esquecidos ou simplesmente não compreendidas pela sociedade, se faz necessário um olhar criterioso, para não  a violação de seus direitos, e assim a inclusão na sociedade e os benefícios destes adquiridos.
Neste sentido nós envolvidos neste contexto temos o dever de verificara  acessibilidade que garante a inclusão e os direitos da pessoa com deficiência  na  sociedade, na educação com  princípio da igualdade e da justiça.

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Currículo e Avaliação de Aprendizagens

O tema Currículo e Avaliação de Aprendizagens e  projetos de sucesso, foram temas discutidos entre o grupo de professores da Rede de Mobilidade de Docentes na ultima sexta-feira 17/04/2015.

 Houve apresentação de projetos educacionais nesta temática realizados pelos países participantes
Os professores do intercâmbio conheceram também as inovações da Rede Municipal de São Paulo, como por exemplo o sucesso da   escola municipal de educação fundamental Desembargador Amorim Lima, localizada na zona oeste de São Paulo.

Este Programa foi instituído em 2014 por meio da Portaria Nº 5.770 e do Comunicado Nº 1.553 e vem se configurando como uma importante ação de valorização dos profissionais de Educação da Rede Municipal de Ensino de São Paulo.

Para saber mais sobre a inovadora escola Desembargador amorim Lima : http://porvir.org/porfazer/sem-provas-autonomia-amorim-lima-faz-10-anos/20130809

TROCAS DE EXPERIÊNCIAS EDUCACIONAIS - PROGRAMA REDE DE MOBILIDADE DOCENTE

Na semana de 12 a 17 de abril, a Secretaria Municipal de Educação de São Paulo (SME) recebeu educadores do Paraguai, Peru, Portugal e Uruguai para troca de experiências com educadores brasileiros. O intercâmbio é parte do Programa de Redes de Mobilidade de Docentes no âmbito dos países do Mercosul e na dimensão dos países ibero-americanos.
Na sexta-feira, 17, os visitantes estiveram nas dependências da SME, onde foram recepcionados pela equipe da Diretoria de Orientação Técnico-Pedagógica e por alguns professores da Rede Municipal de Ensino selecionados para participar do Programa de Mobilidade.




Durante o encontro, houve a apresentação de projetos educacionais realizados pelos países participantes e, ao final, os participantes foram recebidos pelo Secretário Municipal de Educação, Gabriel Chalita.



Educadores em Movimento - Desde o início de abril, os professores que inscreveram os projetos selecionados para o 1º intercâmbio no âmbito do Programa de Redes de Mobilidade de Docentes e que tratam da temática “Currículo e Avaliação de Aprendizagens” começaram essa itinerância por países como Argentina, Chile, Equador, Peru e Portugal para apresentar seus projetos, que proporcionaram novas aprendizagens às crianças e jovens das Unidades Escolares da Rede Municipal de Ensino. Dos 20 professores contemplados, 13 já realizaram o intercâmbio.

Para saber mais: http://portal.sme.prefeitura.sp.gov.br/Main/Noticia/Visualizar/PortalSMESP/SME-recebe-educadores-do-Programa-de-Redes-de-Mobilidade-de-Docentes

quinta-feira, 16 de abril de 2015

MOVIMENTO DE PINÇA - MARCOS NO DESENVOLVIMENTO



 Aprender a segurar objetos, o primeiro passo para aprender tantas outras coisas como cuidar de si mesmo, comer, brincar etc.

As pessoas com deficiências  apresentam restrições em seus movimentos para aprender a pegar, adquirindo o movimento de pinça .A atividades como esta podem facilitar o aprendizado.

 O Desenvolvimento da atividade ocorreu com música, os alunos pegavam a bola e jogavam, para a professora pegar.


 Em alguns casos ocorrem repulsa ao toque dificultando o aprendizado, atividades com várias texturas e outras ações podem ajudar!


JOGO DA MEMÓRIA

O jogo tem por objetivo desenvolver
  Atenção, concentração,
  memorização imediata
  percepção dos detalhes
 organização espacial.

COMUNICAÇÃO ALTERANTIVA

A área da tecnologia assistiva que se destina especificamente à ampliação de habilidades de comunicação é denominada de Comunicação Alternativa (CA). A comunicação alternativa destina-se a pessoas sem fala ou sem escrita funcional ou em defasagem entre sua necessidade comunicativa e sua habilidade de falar e/ou escrever.

 A CA pode acontecer sem auxílios externos e, neste caso, ela valoriza a expressão do sujeito, a partir de outros canais de comunicação diferentes da fala: gestos, sons, expressões faciais e corporais podem ser utilizados e identificados socialmente para manifestar desejos, necessidades, opiniões, posicionamentos, tais como: sim, não, olá, tchau, banheiro, estou bem, sinto dor, quero (determinada coisa para a qual estou apontando), estou com fome e outros conteúdos de comunicação necessários no cotidiano.
Neste caso introdução das PRANCHA-  SIM /NÃO - com parceria da professora da sala regular, fampilia e professora do AEE

Estratégia de acesso ao currículo

Os facilitadores são elaborações das estratégias e construções de recursos para o acesso ao currículo. Algumas ideias e sugestões nos anos iniciais.
 Atividade de sobreposição - cores e alfabeto
 Alfabeto por tiras - facilitador na mobilidade reduzida
 Pareamento - cores
 Transferência de cores
 Sobreposição - números



 Parceria professor - sala regular e AEE
Professora Cláudia Mistreli e Shirley - CEU EMEF Lajeado - 2014

segunda-feira, 6 de abril de 2015

PROJETO - EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO CEU EMEF LAJEADO - 2015

Os alunos com   deficiência geralmente  não participam das aulas de educação física com plenitude. Muitas vezes, suas limitações e barreiras atitudinais e arquitetônicas  os impedem  de praticar atividades físicas,  vários estudantes precisam  buscar alternativas em projetos específicos de educação física. Neste propósito a coordenação pedagógica juntamente com os professores de Educação Física, professora de apoio pedagógico e parceria com a Universidade, pensou num  projeto   para oportunizar os alunos com deficiência , pois além de ser estudantes, podem  também ser atletas e melhorar sua qualidade de vida.
 

 A educação física escolar está evoluindo para uma visão inclusiva, que pressupõe o convívio e a participação de todos os estudantes nas mesmas atividades. Essa visão se relaciona com as atuais convenções internacionais na área de direitos humanos.
 Em nossa escola temos a parceria dos alunos de Educação Física nesta proposta.
 Palestras 

 Experimentação
 Curiosidade
 Testar a capacidade
Participar

quarta-feira, 25 de março de 2015

GEOGRAFIA E AS CRIANÇAS

Com um simples mapa você pode explorar o mundo com as crianças ou  com a ajuda de um livro, uma revista, um globo terrestre ou na internet. As crianças apresentam questões do dia-a-dia  e facilmente se envolvem.

Não há desafio  para que comecem a entender a realidade da geografia. Seja do próprio bairro, seja de lugares mais distantes. Afinal, a Geografia estuda o espaço e a maneira como nós interagimos e modificamos o mesmo.
O mais interessante, no entanto, é a possibilidade do aluno compartilhar o que observa em seu dia-a-dia, o que viu na TV, o que pesquisou na internet, o que os pais comentaram em casa. "Só assim ele vai criar também um senso crítico de sua realidade, o que hoje é um dos fundamentos da disciplina", conta o professor Robson Paulino da Silva,  vencedor do Prêmio Victor Civita Educador Nota 10 - 2011, na área de Geografia:

Fonte: http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/7-razoes-seu-filho-aprender-geografia-641192.shtml

quarta-feira, 11 de março de 2015

REFINAMENTO TÁTIL PARA LEITURA EM BRAILLE

As crianças com  restrições visuais devem ser estimuladas desde cedo no que diz respeito à exploração do sistema háptico (o tato ativo ou em movimento) através de atividades lúdicas, do brinquedo e de brincadeiras. Elas devem desenvolver um conjunto de habilidades táteis e de conceitos básicos que tem a ver com o corpo em movimento, com orientação espacial, coordenação motora, sentido de direção etc. Tudo isto é importante para qualquer criança.




Para a realização da escrita ou leitura em braille, é necessário que a criança conheça convenções, assimile conceitos gerais e específicos, desenvolva habilidades e destreza táteis.

O tato, a destreza tátil e a coordenação bi manual precisam estar bem desenvolvidos, pois tanto a técnica da leitura quanto a escrita das letras dependem de movimentos sincronizados das mãos e da percepção tátil de diferenças, bem sutis.


Imagens: Arquivo pessoal
I
Fonte: Rede Saci
Texto: Alfabetização de alunos usuários do sistema braille

ESTRATÉGIAS DE ACESSO AO CURRÍCULO


Foi a partir da A partir da Declaração de Salamanca (UNESCO, 1994) onde foram preconizadas as diretrizes da Educação Para Todos, que tomaram força as discussões acerca da Escola Inclusiva. Esta proposta foi respaldada na Lei nº 9.394/96 – de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, que define como dever do Estado o “atendimento educacional especializado aos educandos com necessidades especiais , preferencialmente na rede regular de ensino” ( Artigo n° 4, III), norteando as políticas educacionais desde então, e oferecendo a base legal para a propagação da Educação Inclusiva, e as ações que se seguiram.



Deste modo se faz necessário novas estratégias de acesso ao currículo que:

…implica uma nova postura da escola comum, que propõe no projeto político pedagógico, no currículo, na metodologia de ensino, na avaliação e na atitude dos educandos, ações que favoreçam a integração social e sua opção por práticas heterogenias. A escola capacita seus professores, prepara-se, organiza-se e adapta-se para oferecer educação de qualidade para todos, inclusive, para os educandos com necessidades especiais.....Inclusão, portanto, não significa, simplesmente matricular os educandos com necessidades especiais na classe comum, ignorando suas necessidades específicas, mas significa dar ao professor e à escola o suporte necessário à sua ação pedagógica (grifo Glat e Oliveira ).


 Nestas fotos a estratégia é apoio de consulta  que facilita  o entendimento do aluno e a resolução da atividade como os demais colegas da classe.

A lista de consulta e apoio foi elaborada pelo colega mais experiente, favorecendo o convívio e exercício da cidadania.

Fonte: http://www.cnotinfor.pt/inclusiva/report_adaptacao_curricular_pt.html

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